
Título: Autobiography of a Corpse
Autor: Sigismund Krzyzanowski
Sinopse: The stakes are wildly high in Sigizmund Krzhizhanovskys fantastic and blackly comic philosophical fables, which abound in nested narratives and wild paradoxes. This new collection of eleven mind-bending and spellbinding tales includes some of Krzhizhanovskys most dazzling conceits: a provincial journalist who moves to Moscow finds his existence consumed by the autobiography of his rooms previous occupant; the fingers of a celebrated pianists right hand run away to spend a night alone on the city streets; a mans lifelong quest to bite his own elbow inspires both a hugely popular circus act and a new refutation of Kant. Ordinary reality cracks open before our eyes in the pages of Autobiography of a Corpse, and the extraordinary spills out.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Autobiography of a Corpse”, de Sigismund Krzyzanowski, publicado pela editora NYRB Classics, em 2013 e com 256 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: NYRB Classics
Páginas: 256
Ano: 2013
Edição:
Linguagem: inglês
ISBN: 1590176707
ISBN13: 9781590176702
Sobre a editora
Os livros da editora NYRB Classics convidam o leitor a uma imersão em narrativas que transitam entre o histórico, o literário e o filosófico, com uma atenção especial a obras que exploram tensões morais e sociais profundas. O catálogo revela uma predileção por textos que combinam densidade intelectual com uma prosa muitas vezes lírica e precisa, abordando desde relatos de períodos sombrios da história até ficções que desafiam convenções narrativas. Há um equilíbrio entre obras mais narrativas, como contos e romances que exploram relações humanas e conflitos íntimos, e textos mais ensaísticos ou críticos que dialogam com questões filosóficas e culturais. A experiência de leitura tende a ser marcada por um tom sóbrio, por vezes melancólico, que convida à reflexão sobre temas como poder, identidade e memória.
