
Título: Autobiography: The New Critical Idiom
Autor: Linda Anderson
Sinopse: If every writer necessarily draws on their own life, is any writing outside the realm of 'autobiography'? The new edition of this classic guide is fully updated to include: developments in autobiographical criticism, highlighting major theoretical issues and concepts different forms of the genre from confessions and narratives to memoirs and diaries uses of the genre in their historical and cultural contexts major autobiographical writers including St Augustine, Bunyan, Boswell, Rousseau and Wordsworth, alongside non-canonical autobiographies by women twentieth-century autobiography including women's writing, black and postcolonial writing, and personal criticism a new chapter on narrative and new material examining recent trends in autobiography such as blogs, the popularity of literary memoirs and recent developments in theory on testimonial writing. Combining theoretical discussion with thought-provoking readings of major texts, this is the ideal introduction to the study of a fascinating genre.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Autobiography: The New Critical Idiom”, de Linda Anderson, publicado pela editora Routledge, em 2011 e com 168 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Routledge
Páginas: 168
Ano: 2011
Edição:
Linguagem: inglês
ISBN: 0415572142
ISBN13: 9780415572149
Sobre a editora
Os livros da editora Routledge costumam oferecer leituras densas e fundamentadas, que transitam entre análises sociais, históricas e filosóficas com rigor acadêmico. O catálogo apresenta obras que exploram temas complexos como dinâmicas culturais, teorias sociais, políticas públicas, estudos de gênero, filosofia da arte e mediações culturais, frequentemente com um tom analítico e interdisciplinar. As narrativas são mais informativas e reflexivas do que ficcionais, com textos que demandam atenção ao desenvolvimento de argumentos e conceitos, e que dialogam com debates contemporâneos em várias áreas do conhecimento. Há, portanto, uma predominância de obras que privilegiam o aprofundamento teórico e a contextualização histórica, com linguagem clara, porém densa, adequada a leitores interessados em estudos acadêmicos e profissionais.
