
Título: Autonomy Is in Our Hearts
Autor: Dylan Eldredge Fitzwater
Sinopse: Following the Zapatista uprising on New Years Day 1994, the EZLN communities of Chiapas began the slow process of creating a system of autonomous government that would bring their call for freedom, justice, and democracy from word to reality. Autonomy Is in Our Hearts analyzes this long and arduous process on its own terms, using the conceptual language of Tsotsil, a Mayan language indigenous to the highland Zapatista communities of Chiapas. The words Freedom, Justice, and Democracy emblazoned on the Zapatista flags are only approximations of the aspirations articulated in the six indigenous languages spoken by the Zapatista communities. They are rough translations of concepts such as ichbail ta muk or mutual recognition and respect among equal persons or peoples, amtel or collective work done for the good of a community and lekil kuxlejal or the life that is good for everyone. Autonomy Is in Our Hearts provides a fresh perspective on the Zapatistas and a deep engagement with the daily realities of Zapatista autonomous government. Simultaneously an exposition of Tsotsil philosophy and a detailed account of Zapatista governance structures, this book is an indispensable commentary on the Zapatista movement of today.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Autonomy Is in Our Hearts”, de Dylan Eldredge Fitzwater, publicado pela editora PM Press, em 2019 e com 315 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: PM Press
Páginas: 315
Ano: 2019
Edição:
Linguagem: en
ISBN: 1629635987
ISBN13: 9781629635989
Sobre a editora
Os livros da editora PM Press costumam mergulhar em temas de resistência social, política radical e movimentos libertários, com narrativas que equilibram rigor histórico e uma voz crítica. O catálogo traz obras que exploram desde revoluções do século XX até movimentos contemporâneos de autonomia e coletividade, frequentemente em contextos de conflito ou transformação social. A linguagem varia entre ensaios densos e relatos íntimos, com ritmo que pode ser tanto analítico quanto imersivo, convidando o leitor a refletir sobre poder, autoridade e solidariedade. Há também espaço para ficções que misturam realismo mágico e crítica social, ampliando o espectro de leitura dentro da mesma linha editorial.
