
Título: Averróis - Coleção Figuras do Saber 15
Autor: Ali Benmakhlouf
Sinopse: Ibn Rushd (1126-1198), conhecido como Averróis no mundo latino, foi juiz, médico e filósofo. Apesar de ter nascido em Córdoba, sua educação foi fortemente influenciada pela cultura árabe, vigente em toda a Espanha naquele período. Desempenhou papel decisivo na história da filosofia, interessando-se pela obra de Aristóteles, e contribuindo, junto com Maimônides, para transmiti-la ao Ocidente cristão. Além disso, ao considerar o Corão como uma prescrição para ser conhecida - e não apenas para ser acreditada -, instalou a Razão no âmago da Fé. Este livro tenta retomar e apresentar de forma detalhada o grande projeto de Averróis - construir uma vigorosa defesa da filosofia a partir da leitura cuidadosa da letra, do Corão, por um lado, e da interpretação jurídica da lei religiosa por outro, harmonizando a filosofia com a religião. Reunindo aspectos das filosofias grega e árabe, a obra de Averróis indicando-nos vias possíveis para encontrar um denominador comum entre as culturas.
Contexto da obra
Na Filosofia, obras como esta costumam ganhar força pela densidade das ideias e pelo tipo de reflexão que propõem. “Averróis – Coleção Figuras do Saber 15”, de Ali Benmakhlouf, publicado pela editora Estação Liberdade, em 2006 e com 232 páginas, integra a categoria Livros de Filosofia. Por isso, o contexto da obra costuma dizer bastante sobre a maneira mais produtiva de lê-la.
Editora: Estação Liberdade
Páginas: 232
Ano: 2006
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8574481130
ISBN13: 9788574481135
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,280
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,50
Sobre a editora
Os livros da editora Estação Liberdade convidam o leitor a mergulhar em narrativas que exploram a memória, a identidade e as tensões sociais, muitas vezes em contextos históricos ou culturais específicos. O catálogo privilegia obras que transitam entre o romance sensível e a reflexão crítica, com personagens que enfrentam dilemas profundos, como a perda, a opressão ou a busca por sentido. A linguagem frequentemente alia um tom introspectivo a uma construção cuidadosa, que pode ser ao mesmo tempo densa e acessível, envolvendo temas como o impacto da guerra, a transição cultural e o questionamento da normalidade social. Há também espaço para textos que dialogam com a filosofia, a crítica literária e a biografia, ampliando o horizonte de leitura para públicos que apreciam tanto o narrativo quanto o ensaístico.
