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Azul de Fevereiro

Título: Azul de Fevereiro

Autor: Eduardo Mahon

Sinopse: 'Azul de fevereiro' é um convite aos diferentes gestos de leitura que meu “olhar superlativo”, diria, lacunar, apaga o autor, aguarda a ouverture da ópera e o prazer (incômodo) da surpresa de cada ato. Algumas leituras são absorvidas pelas cativantes histórias envazadas em narrativas curtas, fluidas e com o ingrediente básico do conto maravilhoso; outras movem sentimentos de irritação, absorvidos pelos variados momentos de tensão entre o espaço e o tempo, as vozes narrativas e o estilo. Tudo perpassado por fina ironia que atinge de imediato o leitor, na exata dose de diversão que só a literatura é capaz de oferecer. Entre a fantasia e o jogo, os sentidos são arrebatados pelo que lê/observa, pelas surpresas finais e pela forma como o insólito se cola ao real. A brevidade de cada conto é estrutura e essência. É nesse cenário de espelhos identitários, empalidecidos como a formação do arco-íris, que os contos de Eduardo Mahon convidam o leitor a se aproximar do literário, se perder e se achar, mesmo que em pequenos instantes improváveis de sua conturbada vida. No mais, é ler para crer! Acabamento: Brochura. Peso: 202g. Dimensões: 18 x 13 x 1.

Contexto da obra

Dentro do catálogo, este livro pode ser situado a partir do tema, da autoria e da proposta editorial. “Azul de Fevereiro”, de Eduardo Mahon, publicado pela editora Carlini e Caniato, em 2018 e com 192 páginas, integra a categoria Contos e Crônicas - Brasileira. Esse enquadramento pode tornar mais clara a proposta do livro e o tipo de interesse que ele costuma despertar.

Editora: Carlini e Caniato

Páginas: 192

Ano: 2018

Edição: 1ª EDIÇÃO

Linguagem: Português

ISBN:

ISBN13: 9788580092271

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Eduardo Mahon revela um universo onde a linguagem é trabalhada como matéria viva, ora com ironia sutil, ora com uma textura poética que desafia e encanta. A prosa oscila entre o denso e o leve, entre o rigor da análise formal e a liberdade de um humor negro que permeia a narrativa. A tensão se constrói tanto na exploração do íntimo dos personagens quanto na articulação de histórias que atravessam o tempo e a memória, criando imagens vívidas e inquietantes. A experiência é marcada por uma atenção cuidadosa ao ritmo e à musicalidade das palavras, que se combinam para provocar no leitor uma mistura de reflexão e surpresa. Navegar pelos livros de Eduardo Mahon é entrar num jogo de sentidos que convida à imersão e à imaginação ativa.

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