
Título: Bagana na Chuva
Autor: Mário Bortolotto
Sinopse: Aqui tem um lirismo de sarjeta que permeia tudo, mas sem autocomplacência: maduro (quase podre, na verdade) tipo "foda-se, cavo meu próprio abismo de frente pro mar". Tem diálogos geniais, desse naipe: "Eu tava te chupando e você dormiu. Dormiu com a merda do seu pau duro dentro da minha boca". "Ah, pode crer". "Seu viado"! "É que tava tão gostoso que eu dormi". E tem também muitas frases certeiras, definições definitivas do gênero que a gente escolhe pra epitáfio dos inimigos: "Não dá pra ser sincero em um talk show". Eu falo pro Marião que esta é sua biografia desautorizada, mas ele desconversa. Então fica assim: "Bagana na Chuva" é um "Tanto Faz" amortadelado. Ideal para acompanhar uma cerveja preta. Um ovo verde. E um olho roxo. - Ronaldo Bressane
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Bagana na Chuva”, de Mário Bortolotto, publicado pela editora Ciência do Acidente, em 2003 e com 121 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Ciência do Acidente
Páginas: 121
Ano: 2003
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8587515233
ISBN13: 9788587515230
