
Título: Baila, baila, baila
Autor: Haruki Murakami
Sinopse: En marzo de 1983, el joven protagonista de esta novela, redactor freelance todoterreno, después de pasar días sombríos, siente la necesidad de volver a ciertos escenarios de su vida para ajustar cuentas con el pasado. Viaja a Sapporo con la intención de alojarse en el Hotel Delfín, donde años atrás pasó una semana con una misteriosa mujer que, de manera inesperada, desapareció de su lado. A su llegada descubre que han derribado el hotel y que en su lugar se alza otro, moderno y lujoso, pero su estancia allí propicia la aparición de personajes envueltos en un aura de irrealidad: una guapa recepcionista que ha vivido experiencias inverosímiles, una adolescente dotada de una aguda sensibilidad, o un antiguo compañero de colegio, ahora actor de éxito, que lo meterá en graves aprietos. Asesinatos, viajes a Hawai, pasajes a otros mundos y fiestas se suceden al ritmo de la música que suena en la radio de su destartalado Subaru. Lo cierto es que, como afirma un enigmático personaje, todo está conectado. Porque sólo se regresa al Hotel Delfín para poder empezar de nuevo
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Baila, baila, baila”, de Haruki Murakami, publicado pela editora Tusquets, em 2012 e com 464 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Tusquets
Páginas: 464
Ano: 2012
Edição:
Linguagem: espanhol
ISBN: 6074213704
ISBN13: 9786074213706
Sobre a editora
Os livros da editora Tusquets convidam o leitor a navegar por narrativas que equilibram humor e crítica social, como em distopias tecnológicas, e também a mergulhar em textos densos e meticulosos, como peças dramáticas com forte carga cultural regional. O catálogo revela uma preferência por obras que exploram conflitos internos e sociais, seja por meio de personagens complexos ou ambientes carregados de tensão e atmosfera. A linguagem costuma ser cuidadosa, ora lírica, ora direta, com ritmo que varia entre o envolvimento emocional e a reflexão crítica. Em muitos títulos, há um interesse em temas como memória, identidade, relações de poder e a complexidade das interações humanas, sempre com um olhar atento às contradições da condição humana.
