
Título: Baile de Máscaras
Autor: Lourenço Pereira Coutinho
Sinopse: 1805. revelações intensas da vida e dos ambientes da corte de D. João, Príncipe regente, sob ameaça das invasões napoleónicas. Portugal, 1805. O general Junot chega à corte portuguesa com instruções claras de Napoleão: vedar o porto de Lisboa aos ingleses, sob pena de ser declarada guerra ao reino de Portugal. Num país que permanece sob constante ameaça, o tenente Vicente Gonzaga envolve-se em missões secretas na corte de Madrid, frequenta bailes em Queluz, luta contra as tropas francesas e apaixona-se por uma misteriosa mulher. Baile de Máscaras reúne personagens ficcionadas e figuras históricas, como o infeliz príncipe regente D. João, o talentoso pintor Domingos Sequeira, o inconstante General Junot ou o astuto ministro Araújo de Azevedo. Um quadro da época que recria a atmosfera de um período fascinante, onde convivem emoções intensas e contraditórias, próprias dos grandes romances, da vida... e do amor.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Baile de Máscaras”, de Lourenço Pereira Coutinho, publicado pela editora OFICINA DO LIVRO, em 2008 e com 319 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: OFICINA DO LIVRO
Páginas: 319
Ano: 2008
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 9895553854
ISBN13: 9789895553853
Sobre a editora
Os livros da editora Oficina do Livro apresentam uma variedade que vai do romance histórico ao infantojuvenil, sempre com um forte componente narrativo e personagens complexos. A experiência de leitura frequentemente envolve imersão em contextos históricos ou sociais detalhados, como guerras, revoluções e transformações culturais, mas também se estende a histórias de mistério e aventuras juvenis. O tom varia entre o dramático e o intimista, com obras que exploram tanto conflitos pessoais profundos quanto tramas de suspense e investigação. O catálogo sugere uma preferência por narrativas que equilibram emoção e reflexão, com ritmo que pode ser tanto contemplativo quanto dinâmico, dependendo da obra.
