
Título: Baleia Branca, A
Autor: Will Eisner
Sinopse: Certos personagens se tornam tão populares que adquirem uma espécie de autonomia e praticamente se desvinculam de seu autor. É assim com Moby Dick: todos identificam essa baleia assassina, mesmo sem nunca ter ouvido falar de seu criador, o americano Herman Melville (1819-91). Will Eisner contou com a popularidade da história (lançada em 1851, como romance de aventura) ao criar a sua versão em quadrinhos: certo de que bem ou mal o leitor faz idéia de que vai acompanhar a luta de morte entre um homem e uma baleia, ele pôde montar uma seqüência narrativa feita quase exclusivamente de momentos tensos.Com seu traço ao mesmo tempo realista e expressionista, com suas cores fortes que tomam conta de cada quadrinho, Eisner recompõe a obsessão do capitão Ahab em destruir o ser monstruoso que já lhe arrancara uma perna. Sem medir conseqüências, Ahab lança-se mar afora para encontrar a grande baleia branca e, nessa busca, arrasta junto a tripulação. Moby Dick, encarnação do mal, encontra a morte, mas é esse também o destino de seus perseguidores.
Contexto da obra
Na ficção infantil, livros como este costumam ter um papel importante na aproximação da criança com a leitura. “Baleia Branca, A”, de Will Eisner, publicado pela editora Quadrinhos na Cia, em 1998 e com 32 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Infantil. Por isso, o valor do livro costuma aparecer tanto na história quanto no vínculo de leitura que ele ajuda a criar.
Editora: Quadrinhos na Cia
Páginas: 32
Ano: 1998
Edição: undefined
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8571647828
ISBN13: 9788571647824
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,176
- Altura (cm): 29,50
- Largura (cm): 22,50
- Espessura (cm): 0,20
Sobre a editora
Os livros da editora Quadrinhos na Cia costumam apresentar narrativas em quadrinhos que transitam entre memórias pessoais e grandes contextos históricos, com um olhar que mistura emoção e crítica. O catálogo reúne histórias que vão do relato autobiográfico intenso, passando por sátiras políticas e sociais, até aventuras clássicas e experimentações gráficas. Muitas obras exploram conflitos humanos profundos, como a busca por identidade, a solidão urbana e as tensões políticas, com um tom que pode variar do humor ácido ao drama contido. A leitura desses quadrinhos frequentemente exige atenção ao detalhamento visual e à construção de atmosferas densas, seja em narrativas mais lineares ou em estruturas fragmentadas e poéticas.
