
Título: Banal, Fragil, Carnal
Autor: Ana Parana
Sinopse: 'Banal, Frágil, Carnal' é uma coletânea de poemas e crônicas que pingam da ponta da faca, deixando vísceras à mostra. Disseca o humano com suas ambivalências, limites e possibilidades. Os textos refletem temas perenes: o amor e seus lutos, a vida e seu avesso, a dor e a miséria de nossa condição em meio à beleza e ao sentido. Seus textos procuram seguir os rastros de tudo aquilo que liga "a clareza à loucura"; decifrando a "morte das paixões e a fugacidade dos instantes"; ouvindo a música da "chuva que chora na terra"; escutando "uma vaga promessa de vida" em uma mãe famélica com seu bebê. Ela se preocupa com os trabalhadores do campo e da cidade, com as mães que choram os filhos, com os amantes sem amados, com os loucos, os desajustados, os cães, mas canta também a beleza do mundo, jardins, florações. Por fim, levanta e desfralda bandeiras de esperança. Crê na humanidade, nestes seres que descobre banais, frágeis, carnais, mas plenos de possibilidades. Porque, apesar de lhe "escorrer o amargo do ouvido e lhe brotar o rio dos olhos", Ana Paraná revela, sem querer, sua alquimia de autoconstrução. No poema Ostracismo, encontramos "no começo areia, a poeira da praia que intrusa, ardia" ao final "pariu-se a pérola". Acabamento: Brochura. Peso: 103g. Dimensões: 21 x 14 x 0.7.
Contexto da obra
Dentro do catálogo, este livro pode ser situado a partir do tema, da autoria e da proposta editorial. “Banal, Fragil, Carnal”, de Ana Parana, publicado pela editora 7 Letras, em 2015 e com 80 páginas, integra a categoria Poesia - Brasileira. Esse enquadramento pode tornar mais clara a proposta do livro e o tipo de interesse que ele costuma despertar.
Editora: 7 Letras
Páginas: 80
Ano: 2015
Edição:
Linguagem: Português
ISBN:
ISBN13: 9788560439430
Sobre a editora
Os livros da editora 7 LETRAS apresentam uma leitura que atravessa a poesia, a crônica e o ensaio com um olhar atento às experiências humanas e sociais. O catálogo revela uma predileção por narrativas que exploram o cotidiano, a memória e as tensões entre o indivíduo e seu entorno, ora com tom poético e contemplativo, ora com humor e irreverência. As obras frequentemente dialogam com temas como identidade cultural, desigualdades sociais, linguagens artísticas e questões urbanas, criando um ritmo que pode ser tanto fluido quanto denso, conforme o foco do texto. A diversidade se manifesta na coexistência de textos mais narrativos e outros que se aproximam da reflexão crítica e teórica, ampliando o leque de possibilidades para leitores que buscam tanto emoção quanto análise.
