
Título: Banco
Autor: Henri Charrière
Sinopse: “Banco” é continuação da história de “Pappilon”, quando o personagem principal sai da prisão. “Pappilon”, que significa borboleta, é a história da extraordinária aventura da vida de Henri Charrière, quando este foi condenado à prisão perpétua. O autor era tido como perigoso por jamais deixar escapar a presa. O acusado oficial fez de tudo para despedaçar a borboleta, em coro ao juiz. Ele pintava o retrato do réu com mentiras, afim de que os jurados o fizessem desaparecer da sociedade. Julgado, passou por várias prisões chegando até a Colômbia, onde conseguiu fugir, depois de várias tentativas e de ter-se submetido a trabalhos forçados. Henri Charrière, ao descrever todo o processo pelo qual passou ao longo desses anos, sempre levantava à discussão de até que ponto o silêncio absoluto, o isolamento completo, infligido a uma mente jovem, podem provocar uma verdadeira vida imaginativa. A borboleta é intensa, é viva, sobrevoa onde melhor lhe parece, e, depois, em liberdade, tem que criar truques para sobreviver. Seus leitores temiam que com a morte do autor, “Pappilon” tivesse exaurido sua fonte inspiradora, mas ao ser divulgada a notícia de que, entre os papéis deixados por Charrière, se encontrara um manuscrito no qual o ex-prisioneiro dava continuidade às suas memórias.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Banco”, de Henri Charrière, publicado pela editora Difel, em 1975 e com 446 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Difel
Páginas: 446
Ano: 1975
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
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Sobre a editora
Os livros da editora Difel oferecem uma experiência de leitura marcada pela diversidade temática e pelo equilíbrio entre narrativas históricas, filosóficas e literárias. O catálogo sugere obras que transitam entre o romance histórico detalhado, como retratos vívidos de personagens e períodos, e textos de reflexão filosófica que abordam questões existenciais e sociais com linguagem acessível e rigor. Há também espaço para narrativas que exploram conflitos humanos profundos, sejam eles familiares, políticos ou espirituais, sempre com uma atenção cuidadosa ao desenvolvimento dos personagens e ao contexto cultural. O tom varia do contemplativo ao tenso, com ritmo que pode ser tanto meditativo quanto dinâmico, dependendo do enfoque da obra. Essa variedade permite que leitores encontrem tanto leituras mais densas e analíticas quanto histórias envolventes e emotivas.
