
Título: Bando Sem Marca: Bando Sem Marca
Autor: Dilson Vargas-Peixoto
Sinopse: Dja'on é um jovem que não sabe a própria idade, apesar de suas características físicas indicarem que está no início da fase adulta. Depois que a maioria de seu povo foi capturada por um império decadente, foi necessário formar um grupo de seres sem nação, ou "sem marca", para resgatar parentes e amigos. Em sua jornada, Dja'on convive com outras culturas e espécies, aprendendo com as diferenças e indignando-se com certas condutas ainda praticadas por muitas comunidades. A criticidade do jovem vai se aprimorando a ponto de outra busca alagar seus pensamentos: a de uma vida social harmoniosa e consequentemente também a de explicações para o universo e a morte... Essa "tripla" jornada de Dja'on pode ser facilmente aproximada às dúvidas e indignações contemporâneas... mas será que, tal como neste livro, é necessário um grande conflito para se repensar as velhas tradições e estabelecer novas bases socioculturais?
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Bando Sem Marca: Bando Sem Marca”, de Dilson Vargas-Peixoto, publicado pela editora Méritos, em 2015 e com 260 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Méritos
Páginas: 260
Ano: 2015
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8582000405
ISBN13: 9788582000403
Sobre a editora
Os livros da editora MERITOS apresentam leituras densas e fundamentadas, que frequentemente exploram a história e a cultura regional, especialmente do Rio Grande do Sul. A experiência de leitura costuma envolver narrativas que cruzam períodos históricos complexos, como o Império, a República Velha e o século XX, com atenção a transformações sociais e políticas. Há obras que discutem processos de imigração, conflitos de identidade e tensões entre tradição e modernidade, além de abordagens que mesclam análise histórica com perspectivas filosóficas e estéticas. O tom varia entre o mais narrativo e o mais analítico, contemplando tanto relatos detalhados quanto reflexões conceituais, o que indica um catálogo que privilegia o aprofundamento e a diversidade temática dentro de um recorte cultural específico.
