
Título: Banhei minha mãe
Autor: Beto Furquim
Sinopse: Em seu livro de estreia como poeta, o também compositor e editor Beto Furquim revive a parceria com o premiado artista Alex Cerveny, que já resultou, entre outras publicações, no livro "Labirinto" (de Alex e Beatriz Di Giorgi, com curadoria de Beto), com que o artista recebeu seu segundo prêmio Jabuti, em 2015. Em "Banhei minha mãe", Alex também é coautor, mais que ilustrador. As figuras humanas quase sempre nuas reiteradas por seus traços reverberam o lirismo da poesia de Beto Furquim, presente tanto nos poemas mais despojados quanto nos mais superlativos; nos haicais e nos poemas longos; tanto nos versos sobre a morte de Marielle Franco quanto nos que expressam a experiência do primeiro banho na mãe idosa e dependente. Desenhos e texto travam um diálogo em que a linguagem comum é a delicadeza e a intensidade da poesia.
Contexto da obra
Na poesia, um livro como este costuma pedir um olhar mais atento para linguagem, ritmo e imagem. “Banhei minha mãe”, de Beto Furquim, publicado pela editora Laranja Original, em 2018 e com 112 páginas, integra a categoria Livros de Poesia. Na prática, a força do livro muitas vezes aparece no modo como ele faz a linguagem trabalhar.
Editora: Laranja Original
Páginas: 112
Ano: 2018
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8592875374
ISBN13: 9788592875374
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,143
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora Laranja Original costumam apresentar uma escrita que valoriza a poesia e a prosa com forte carga sensorial e reflexiva, muitas vezes explorando a memória, a identidade e a experiência íntima. A narrativa circula entre o lírico e o ensaístico, com textos que transitam entre o clássico e o contemporâneo, como nas obras que mesclam autoficção, crônica, poesia e investigação histórica. O catálogo sugere um interesse por vozes femininas e temas ligados à sensibilidade afetiva, além de um diálogo constante com a arte visual e a cultura brasileira. A leitura tende a ser densa, mas acessível, com ritmo que ora convida à contemplação, ora à inquietação, revelando uma diversidade que vai do relato pessoal à análise social.
