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Banquete, o 01 Garnier

Título: Banquete, o 01 Garnier

Autor: Mário de Andrade

Sinopse: Maio de 1943, Maria de Andrade começa a escrever crônicas musicais na Folha da Manhã: textos hebdomadários que vão aparecendo regularmente às quintas-feiras sob o título de "Mundo Musical", até a morte do autor, em 1945. Mario adverte desde o primeiro artigo: não se trata de crítica profissional, ligada aos acontecimentos e manifestações contemporâneos e locais; não se trata de comentários sobre a vida musical paulistana. Estrutura muito mais livre, o "Mundo Musical" permitiu a aparição dos mais diversos textos: abordagem de fenômenos ou problemas gerais (" Do teatro cantado", "Psicologia da criação"etc); estudos ou reflexões sobre aspectos específicos ("Claude Debussy", "Pelleas et Melisande", " Scarlatti" etc); sobre o folclore ("Cantador", " Danças dramáticas" etc.).

Contexto da obra

Na Filosofia, obras como esta costumam ganhar força pela densidade das ideias e pelo tipo de reflexão que propõem. “Banquete, o 01 Garnier”, de Mário de Andrade, publicado pela editora Editora Garnier, em 2004 e com 182 páginas, integra a categoria Livros de Filosofia. Por isso, o contexto da obra costuma dizer bastante sobre a maneira mais produtiva de lê-la.

Editora: Editora Garnier

Páginas: 182

Ano: 2004

Edição:

Linguagem: PORTUGUES

ISBN: 8531906989

ISBN13: 9788531906985

  • Encadernação: BROCHURA
  • Peso (kg): 0,200
  • Altura (cm): 21,00
  • Largura (cm): 14,00
  • Espessura (cm): 1,00

Sobre o autor

A leitura dos livros de Mario De Andrade é um mergulho em um Brasil multifacetado, onde o folclore, o cotidiano e as contradições nacionais se entrelaçam em narrativas que oscilam entre o lúdico e o crítico. A prosa ora se mostra inventiva e rapsódica, com ritmo que acompanha a oralidade popular, ora se revela densa e simbólica, exigindo atenção para captar as múltiplas camadas culturais presentes. A tensão nasce da convivência entre o humor irreverente e a reflexão sobre identidade e transformação social, enquanto personagens carregam traços de ambiguidade e complexidade, como o anti-herói que representa o próprio Brasil. A poesia, por sua vez, combina experimentação estética com um tom intimista e, às vezes, enigmático, que convida à contemplação. No conjunto, os livros de Mario De Andrade desafiam o leitor a navegar entre o regional e o universal, entre o passado mítico e o presente urbano, deixando perguntas sobre pertencimento e cultura.

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Sobre a editora

Os livros da editora Editora Garnier convidam o leitor a explorar narrativas densas e reflexivas, muitas vezes ancoradas em contextos históricos e sociais marcantes. A experiência de leitura costuma envolver personagens complexos enfrentando dilemas morais, políticos e existenciais, em cenários que vão do sertão brasileiro a distopias futuristas. O catálogo privilegia textos que mesclam uma linguagem cuidadosa com temas que desafiam o pensamento, seja por meio da crítica social, da análise psicológica ou da aventura intelectual. Há uma presença significativa de obras que transitam entre o romance clássico, a crônica histórica e o ensaio literário, oferecendo um ritmo que pode ser tanto contemplativo quanto tenso.

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