
Título: Bantos, Males e Identidade Negra
Autor: Nei Lopes
Sinopse: Este livro reúne elementos históricos sobre a formação do Brasil em seu caráter étnico, identitário e cultural e mostra ao leitor as contribuições dos Bantos nesse processo. Além disso, Nei Lopes estabelece novos parâmetros sobre a relação entre islamismo e negritude. À guisa de seu envolvimento com a resistência cultural negra no Brasil e na África, apresenta ao leitor uma face da história ignorada por grande parte dos brasileiros. Sobre Nei Lopes, em Épuras do social: como podem os intelectuais trabalhar para os pobres (São Paulo: Global, 2004), escreveu o professor Joel Rufino dos Santos: “[...] Nei é um híbrido que ironiza (no sentido socrático de contra-ideologia) suas duas metades. É um aglutinador de pobres negros suburbanos e intelectuais propriamente ditos.”
Contexto da obra
Nas Ciências Sociais, obras como esta costumam interessar pela forma como ampliam a leitura da sociedade. “Bantos, Males e Identidade Negra”, de Nei Lopes, publicado pela editora Autêntica, em 2007 e com 224 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Sociais. Por isso, o livro tende a ganhar força quando lido também como ferramenta de compreensão do mundo social.
Editora: Autêntica
Páginas: 224
Ano: 2007
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8575262157
ISBN13: 9788575262153
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,320
- Altura (cm): 22,50
- Largura (cm): 15,50
- Espessura (cm): 1,50
Sobre a editora
Os livros da editora Autêntica convidam o leitor a percorrer territórios que misturam filosofia, literatura e ciências humanas com uma linguagem que pode ser tanto densa quanto acessível. O catálogo revela um interesse pela reflexão crítica sobre temas como identidade, educação, cultura e política, frequentemente explorados por meio de abordagens que cruzam disciplinas e rompem fronteiras tradicionais. Há obras que propõem uma leitura pausada e contemplativa, enquanto outras adotam um tom mais direto e didático, voltado para públicos acadêmicos e interessados em debates contemporâneos. Essa diversidade sugere uma editora que valoriza o pensamento profundo e a pluralidade de perspectivas.
