
Título: Barefoot Gen - Volume 7: Bones into Dust
Autor: Keiji Nakazawa
Sinopse: Cartoonist Keiji Nakazawa was seven years old and living in Hiroshima in the early days of August 1945 when the city was destroyed by an atomic bomb dropped by the U.S.A. Starting a few months before that event, the ten-volume saga shows life in Japan after years of war and privations, as seen through the eyes of seven-year-old Gen Nakaoka. By Volume Seven, Gen has grown old enough to think about the legacy of the victims of the atomic bombing. Picking up from Volume Six, the story opens with Gen searching for a printer willing to publish an eyewitness account of the bombing written by "Papa," the journalist who serves as a father figure to Gen's war orphan friends. By hook and crook Gen and Ryuta manage to get the book printed and distributed, only to arouse the wrath of U.S. Army censors, who teach them a hard lesson about the politics of memory. Meanwhile, Gen's brother Koji returns home at last, only to find that their mother is on her deathbed.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Barefoot Gen – Volume 7: Bones into Dust”, de Keiji Nakazawa, publicado pela editora Last Gasp, em 2009 e com 259 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Last Gasp
Páginas: 259
Ano: 2009
Edição:
Linguagem: inglês
ISBN: 0867195983
ISBN13: 9780867195989
Sobre a editora
Os livros da editora Last Gasp frequentemente exploram narrativas densas e impactantes, com um foco marcante em histórias que abordam as consequências humanas de eventos históricos traumáticos, como o bombardeio atômico de Hiroshima. A experiência de leitura costuma ser intensa, com personagens que enfrentam dilemas morais e sociais em contextos de guerra, sobrevivência e memória. Além disso, o catálogo também traz trabalhos visuais que valorizam o detalhamento artístico, seja por meio de ilustrações em grande formato ou coleções que dialogam com culturas específicas, como a japonesa. O tom varia entre o dramático e o contemplativo, com obras que podem ser mais narrativas ou outras mais focadas em imagens e ensaios visuais.
