
Título: Bastidores da Criação Literária
Autor: Philippe Willemart
Sinopse: Foi Jorge Luis Borges quem disse, num prólogo a uma tradução para o espanhol de obra de Paul Valéry, que “o conceito de texto definitivo não corresponde senão à religião e ao cansaço”. Esse livro parece ser a ilustração da frase borgiana. Uma ilustração que é também uma defesa: antes de mais nada, é do trabalho paciente e rigoroso com o texto manuscrito que o leitor vai, aos poucos, percebendo que não se limita ao literário ou artístico, mas envolve qualquer forma de criação. Para poder dar conta desse projeto de interpretação o autor estabelece um diálogo com diversas formas de conhecimento, eliminando as fronteiras entre as ciências ditas exatas e as biomédicas. Assim, num diálogo incessante com a psicanálise, a literatura comparada, as ciências e a filosofia, o autor, com rigor e objetividade, desfaz equívocos ou estabelece distinções num campo tão minado quanto o do estudo do manuscrito.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Bastidores da Criação Literária”, de Philippe Willemart, publicado pela editora Iluminuras, em 1999 e com 224 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Iluminuras
Páginas: 224
Ano: 1999
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8573211040
ISBN13: 9788573211047
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,225
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,20
Sobre a editora
Os livros da editora Iluminuras convidam o leitor a uma experiência de leitura que mescla rigor intelectual e sensibilidade estética. O catálogo revela uma predileção por obras que exploram a densidade da linguagem, seja por meio de poesia, ensaios filosóficos ou narrativas literárias que problematizam dilemas éticos e existenciais. A diversidade temática é marcada por textos que transitam entre a reflexão crítica e a expressão artística, com destaque para abordagens que valorizam a complexidade do olhar sobre a arte, a literatura e a condição humana. Em muitos títulos, percebe-se um tom contemplativo, ora introspectivo, ora incisivo, que desafia o leitor a pensar além da superfície dos temas tratados. A editora parece privilegiar obras que dialogam com tradições literárias e filosóficas, mas que também apresentam rupturas e experimentações formais, como o uso do fragmento, do monólogo ou da linguagem poética com forte carga imagética.
