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Baudolino

Título: Baudolino

Autor: Umberto Eco

Sinopse: The most playful of historical novelists, Umberto Eco has absorbed the real lesson of history: that there is no such thing as the absolute truth. In Baudolino, he hands his narrative to an Italian peasant who has managed, through good luck and a clever tongue, to become the adopted son of the Emperor, Frederick Barbarossa, and a minister of his court in the closing years of the 12th century. Baudolino's other gift is for spontaneous but convincing lies, and so his unfolding tale--as recounted in 1204 to a nobleman of Constantinople, while the fires of the Fourth Crusade rage around them--exemplifies the Cretan Liar's Paradox: He can't be believed. Why not, then, make his story as outrageous as possible? In the course of his picaresque tale, Baudolino manages to touch on nearly every major theme, conflict, and boondoggle of the Middle Ages: the Crusades; the troubadours; the legend of the Holy Grail; the rise of the cathedral cities; the position of Jews; the market in relics; the local rivalries that made Italy so vulnerable to outside attack; and the perennial power struggles between the pope and the emperor. Acabamento: Paperback. Peso: 607g. Dimensões: 23 x 16 x 1.

Contexto da obra

Dentro do catálogo, este livro pode ser situado a partir do tema, da autoria e da proposta editorial. “Baudolino”, de Umberto Eco, publicado pela editora Harvest Book, em 2003 e com 544 páginas, integra a categoria Filosofia. Esse enquadramento pode tornar mais clara a proposta do livro e o tipo de interesse que ele costuma despertar.

Editora: Harvest Book

Páginas: 544

Ano: 2003

Edição: 1ª EDICAO

Linguagem:

ISBN:

ISBN13: 9780156029063

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Umberto Eco é um convite a um universo onde o erudito e o lúdico se entrelaçam com naturalidade. A prosa pode alternar entre o denso e o acessível, ora mergulhando em labirintos históricos e simbólicos, ora adotando um tom irônico e bem-humorado. A tensão narrativa muitas vezes surge da investigação, seja de mistérios medievais ou das tramas ocultas da cultura, enquanto o ritmo pode variar do contemplativo ao envolvente, sem perder a precisão intelectual. O foco emocional oscila entre a nostalgia e a crítica, convidando o leitor a refletir sobre a memória, a identidade e a construção da realidade. Em seus livros, Eco explora as fronteiras entre ficção e verdade, entre o real e o imaginário, deixando no ar perguntas sobre o papel do leitor e o significado dos textos.

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