
Título: Beauté n'a pas de loi
Autor: Juan Goytisolo
Sinopse: Traduit de lespagnol par Aline SchulmanDans ces textes écrits entre 2003 et 2012, Juan Goytisolo nous propose sa lecture décrivains européens aussi divers que Arno Schmidt, Hermann Broch, Céline, Quevedo, Mikhaïl Boulgakov, Andreï Biély. Il suggère des rapprochements inédits entre les grandes héroïnes de la littérature que sont Emma Bovary, Anna Karénine et la Régente. Il établit aussi un parallèle entre les persécutions de lInquisition espagnole du XVe siècle et les pratiques staliniennes dont ont été victimes, entre autres, Isaac Babel et Ossip Mandelstam. Ses analyses passionnantes et érudites, où transparaît sa sensibilité aux enjeux politiques, nousincitent à redécouvrir ces chefs-doeuvre.Essayiste autant que romancier, Juan Goytisolo poursuit ici son analyse engagée et rigoureuse de l« arbre de la littérature » entamée il y a vingt-cinq ans. Né à Barcelone en 1931, intellectuel engagé, opposé au franquisme, Juan Goytisolo sest très tôt exilé à Paris. Aujourdhui installé à Marrakech, il est devenu un critique implacable de nos sociétés. Auteur dune quinzaine de romans et de nombreux essais, il a reçu, entre autres, le prestigieux prix Cervantès (2015) pour lensemble de son oeuvre.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Beauté n’a pas de loi”, de Juan Goytisolo, publicado pela editora Fayard, em 2016 e com 184 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Fayard
Páginas: 184
Ano: 2016
Edição:
Linguagem: francês
ISBN: 2213685223
ISBN13: 9782213685229
Sobre a editora
Os livros da editora FAYARD costumam oferecer uma leitura que combina rigor histórico e análise cultural detalhada, frequentemente centrada em períodos como a Idade Média, o século XVIII e o mundo moderno. A experiência de leitura é marcada por narrativas que exploram relações de poder, identidades sociais e transformações culturais, com um tom que varia entre o ensaístico e o biográfico. O catálogo sugere uma preferência por obras que investigam contextos históricos amplos, como a colonização, a política europeia e as tradições religiosas, sempre com uma linguagem que privilegia a reflexão crítica e o aprofundamento temático.
