
Título: Beber na Fonte do Amor
Autor: Ezequiel Dal Pozzo
Sinopse: Beber na fonte do amor é sempre voltar ao amor. Essa atitude não deixa a vida secar. Sabemos que o ser humano erra: ele se perde em suas próprias paixões, afasta-se de sua essência, perde o rumo, o objetivo. Perdendo o rumo, não perde somente a Deus, mas a si mesmo. Sua própria força não é suficiente para livrá-lo da culpa e do distanciamento de si mesmo. Acolhendo a misericórdia, poderá novamente entrar em contato com sua essência original e com o sentido de sua existência. O Papa Francisco repetiu várias vezes: “Deus nunca se cansa de perdoar, somos nós que nos cansamos de pedir-lhe perdão”. No perdão ilimitado de Deus, percebemos a possibilidade de nos reerguer. Além de nos consolar, abraçar e envolver, a misericórdia nos humaniza. O ser humano é feliz na medida em que se torna o que ele deve ser. Isso significa ser verdadeiro consigo mesmo, com os outros e com Deus.
Contexto da obra
Na área de Religião, livros como este costumam ser lidos em diálogo com tradição, formação e reflexão. “Beber na Fonte do Amor”, de Ezequiel Dal Pozzo, publicado pela editora Edições Loyola, em 2016 e com 88 páginas, integra a categoria Livros de Religião. Esse contexto costuma tornar mais claro o lugar do livro dentro de leituras religiosas mais amplas.
Editora: Edições Loyola
Páginas: 88
Ano: 2016
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8515044013
ISBN13: 9788515044016
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,130
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 0,60
Sobre a editora
Os livros da editora Edições Loyola convidam o leitor a uma imersão em temas ligados à filosofia, teologia e espiritualidade, com abordagens que transitam entre o rigor acadêmico e a linguagem acessível. O catálogo privilegia obras que exploram a reflexão ética, a experiência religiosa e o pensamento crítico, muitas vezes ancorados em tradições cristãs e no diálogo com a cultura contemporânea. A leitura desses textos costuma exigir atenção ao desenvolvimento de argumentos densos, mas é também marcada por momentos de clareza didática e por um tom contemplativo. Há obras que apresentam compêndios clássicos, como tratados teológicos, e outras que adotam um estilo quase poético para discutir a condição humana e a fé.
