
Título: Benjamin Ross e o Bracelete de Tonaring. Volume 1
Autor: José Eduardo Kalil
Sinopse: Esparewood, no interior da Inglaterra, jamais será a mesma após a chegada de Arianna King e de Elizabeth Tate, mulheres de passado misterioso e futuro incerto que, em momentos diferentes, e cada uma a sua maneira, influenciam para sempre a vida da família Ross. Enquanto os habitantes da cidade levam uma vida pacata, o embate entre a Luz e as Sombras é observado bem de perto por quem está atento, especialmente os Legítimos, aqueles que receberam o dom e podem ver os Aliados, vindos de Colônias distantes. Conduzidos por Elizabeth, líder nada convencional, o grupo é responsável por proteger Benjamin Ross e encaminhá-lo para seu desafiante destino. As tradições alquímicas estudadas ao longo dos anos pelos Tate permanecem vivas nas terras ancestrais da família, local de grande importância tanto para o desfecho como para o início de um novo ciclo para os Ross. Ali, entre as árvores do Bosque das Clareiras e à luz do impiedoso Fogo Grego, um dos segredos da Profecia será, enfim, revelado.
Contexto da obra
Na ficção juvenil, obras como esta costumam ganhar força pela identificação e pela fluidez da leitura. “Benjamin Ross e o Bracelete de Tonaring. Volume 1”, de José Eduardo Kalil, publicado pela editora Laranja Original, em 2018 e com 832 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Juvenil. Esse contexto costuma ser útil para situar o livro dentro das experiências e sensibilidades do público jovem.
Editora: Laranja Original
Páginas: 832
Ano: 2018
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8592875447
ISBN13: 9788592875442
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 1,500
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 4,40
Sobre a editora
Os livros da editora Laranja Original costumam apresentar uma escrita que valoriza a poesia e a prosa com forte carga sensorial e reflexiva, muitas vezes explorando a memória, a identidade e a experiência íntima. A narrativa circula entre o lírico e o ensaístico, com textos que transitam entre o clássico e o contemporâneo, como nas obras que mesclam autoficção, crônica, poesia e investigação histórica. O catálogo sugere um interesse por vozes femininas e temas ligados à sensibilidade afetiva, além de um diálogo constante com a arte visual e a cultura brasileira. A leitura tende a ser densa, mas acessível, com ritmo que ora convida à contemplação, ora à inquietação, revelando uma diversidade que vai do relato pessoal à análise social.
