
Título: Better to Beg Forgiveness
Autor: Michael Z. Williamson
Sinopse: THEY WERE THE TOUGHEST, DEADLIEST MERCENARIES IN THAT PART OF THE GALAXY... AND THEY'D BEEN DOUBLE-CROSSED! Celadon, a poor nation on a poor planet, engaged in civil war and a haven for every type of villainy in space, is ripe for cleanup. The military could pacify it handily, but it would take a statesman to fix it. But statesmen have ethics, which politicians and megacorps find inconvenient. Celadon's President Bishwanath compounded the sin by being astute, ambitious and capable. Something had to be done, because a working nation isn't much use for pork and graft. When the word comes down to replace him, the politicians move on with a new plan, reallocating resources, and finding a more pliable president to put in place. There are three problems with this solution. Bishwanath does not want to be replaced. His mercenary bodyguards are more loyal than the politicians. And if they're not on contract¾there are no rules. At the publisher's request, this title is sold without DRM (Digital Rights Management).
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Better to Beg Forgiveness”, de Michael Z. Williamson, publicado pela editora Baen Publishing Enterprises, em 2007 e com 640 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Baen Publishing Enterprises
Páginas: 640
Ano: 2007
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9781618246172
Sobre a editora
Os livros da editora Baen Publishing Enterprises costumam explorar universos de ficção científica e fantasia com ênfase em ação, conflitos éticos e cenários complexos. As narrativas frequentemente apresentam protagonistas competentes em situações de alto risco, desde batalhas espaciais até combates contra ameaças sobrenaturais, com uma linguagem que equilibra tensão e momentos de humor. O catálogo sugere uma predileção por tramas que misturam elementos de aventura com reflexões sobre tecnologia, política e moralidade, além de universos compartilhados e histórias de múltiplos autores. Há obras que privilegiam o ritmo acelerado e o suspense, enquanto outras investem em construções mais densas de mundos e dilemas sociais.
