
Título: Betty Boop Nº 1
Autor: Max Fleischer
Sinopse: Divertida e sensual, Betty é a veterana heroína dos desenhos animados distribuídos pela Paramount e que vem divertindo gerações de fãs, tanto no cinema quanto nas histórias em quadrinhos. Apareceu pela primeira vez em 9 de agosto de 1930, no desenho “Dizzy Dishes”, da série “Talkartoons”. O curioso é que, em sua estreia, Betty era um cachorrinho “poodle” mas, com o tempo, não só ganhou formas humanas como acabou se tornando o retrato de uma época, representando a boneca francesa. Seu traje antecipou a minissaia, deixando à mostra a liga adornada com uma flor. Cílios postiços, lábios pintados em coração, duas rodelas de “rouge” de cada lado da face — segundo o crítico Luís Gasca, “no melhor estilo Mae West” — faziam de Betty Boop uma figura marcante. Betty Boop conduz o leitor em uma "retrô-viagem" à Hollywood da Era Dourada. Nos quadrinhos, ela atua como uma atriz incansável, sempre trabalhando muito, mesmo quando perseguida por príncipes e ricaços galanteadores. Para ela, sua profissão está acima de tudo. A atrevida e sedutora garota acabou por ser proibida pela censura norte-americana, deixando de ser produzida e exibida e de cantar seus graciosos "doopy doopy doopydoo boop oopy doop!".
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Betty Boop Nº 1”, de Max Fleischer, publicado pela editora Opera Graphica, em 1972 e com 28 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Opera Graphica
Páginas: 28
Ano: 1972
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Opera Graphica oferecem uma experiência de leitura marcada por narrativas gráficas que transitam entre o universo dos super-heróis clássicos e histórias mais sombrias e psicológicas. As tramas frequentemente exploram conflitos intensos, como disputas de egos em cidades fictícias, batalhas históricas caricatas e dramas pessoais em cenários futuristas. O ritmo varia entre sequências de ação dinâmicas e momentos de tensão contemplativa, com uma linguagem visual que combina traços contemporâneos e estilos consagrados dos quadrinhos. O catálogo sugere um interesse por personagens icônicos, mas também por obras que desafiam o leitor com temas de magia, horror e ficção científica plausível.
