
Título: Bioética: Uma face da cidadania
Autor: Fátima Oliveira
Sinopse: A luta pelos direitos humanos encontrará no movimento bioético um aliado de grande poder de reflexão e ação. Antes de tornar-se uma disciplina na década de 1980, a bioética já era um movimento social que exercia enorme fascinio sobre as pessoas, pois tentava responder aos conflitos éticos agravados ou originados pelo desenvolvimento cientifico e pelos avanços tecnológicos no campo da biomedicina. Fátima Oliveira, autora de Engenharia genética: o sétimo dia da criação, neste novo livro dá continuidade à discussão sobre bioética, contemplando, em uma visão panorâmica, as controvérsias e os desafios éticos das doenças, das manipulações genéticas, dos temas dos direitos reprodutivos, com destaque para a contracepção, as Novas Tecnologias Reprodutivas conceptivas (NTRC) e o direito ao aborto como uma exigência ética, dentre outras questões relativas à Saúde Pública. A bioética é um pólo da luta pelos direitos humanos, da ampliação da cidadania e de delegação de responsabilidade e poder à sociedade para desenhar o caminho e o cenário que lhe interessa para si e para as gerações futuras.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Bioética: Uma face da cidadania”, de Fátima Oliveira, publicado pela editora Moderna, em 1997 e com 144 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Moderna
Páginas: 144
Ano: 1997
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13: 9788516017019
Sobre a editora
Os livros da editora Moderna costumam oferecer uma experiência de leitura que combina clareza e organização, especialmente voltada para o público escolar. O catálogo privilegia obras que promovem o desenvolvimento cognitivo e socioemocional, com forte alinhamento à Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Há um cuidado evidente em abordar conteúdos de forma interdisciplinar, valorizando tanto o protagonismo do aluno quanto a formação ética e cidadã. O tom das narrativas varia entre o didático e o literário, com algumas histórias infantis e juvenis que exploram temas sociais e emocionais de forma sensível. O ritmo dos textos é pensado para engajar estudantes, alternando entre atividades práticas e reflexões, com linguagem acessível e estimulante.
