
Título: Biopirataria e Povos Indigenas
Autor: Barbieri Jordy
Sinopse: Vivemos uma recolonização, com a prática da biopirataria, transformando biodiversidade em produto, e a apropriação indevida da cultura, dos saberes e da medicina tradicional sem a repartição justa e equitativa dos benefícios auferidos com a venda desses mesmos produtos. Em Biopirataria e Povos Indígenas discute-se a existência de dois mundos completamente diferentes e polarizados de um lado o capitalismo, que visa o lucro a qualquer preço, e do outro o patrimônio cultural imaterial dos povos indígenas. É preciso lutar para que as populações culturalmente diferenciadas como os povos indígenas possam participar do desenvolvimento da sociedade mantendo a sua identidade cultural preservada, buscando novos mercados consumidores para a venda de seus artesanatos e produtos, na forma do etnodesenvolvimento e da etnossustentabilidade, não como minorias excluídas, mas como sujeito de direitos e como protagonistas da sua própria história.
Contexto da obra
No campo jurídico, livros como este costumam ocupar um lugar importante entre estudo, consulta e formação. “Biopirataria e Povos Indigenas”, de Barbieri Jordy, publicado pela editora Almedina Brasil, em 2014 e com 220 páginas, integra a categoria Livros de Direito. Isso costuma ajudar a entender o lugar da obra entre livros de apoio, formação e referência jurídica.
Editora: Almedina Brasil
Páginas: 220
Ano: 2014
Edição: Direito
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8563182684
ISBN13: 9788563182685
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,320
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 1,20
Sobre a editora
Os livros da editora ALMEDINA BRASIL apresentam uma leitura densa e focada em temas jurídicos e sociais, com forte ênfase em análises detalhadas de legislação, doutrina e jurisprudência. A experiência de leitura é marcada por textos que exploram questões complexas do Direito, como contratos públicos, direito constitucional, direito tributário e direito da saúde, frequentemente com abordagem crítica e contextualizada. O tom é predominantemente acadêmico e técnico, com ritmo que privilegia a reflexão aprofundada e o exame de casos práticos ou históricos. O catálogo sugere uma preferência por obras que dialogam com realidades nacionais e internacionais, muitas vezes trazendo análises comparativas e atualizações legislativas recentes.
