
Título: Bitterblue: Seven Kingdoms #3
Autor: Kristin Cashore
Sinopse: Eight years after Graceling, Bitterblue is now queen of Monsea. But the influence of her father, a violent psychopath with mind-altering abilities, lives on. Her advisors, who have run things since Leck died, believe in a forward-thinking plan: Pardon all who committed terrible acts under Leck's reign, and forget anything bad ever happened. But when Bitterblue begins sneaking outside the castle—disguised and alone—to walk the streets of her own city, she starts realizing that the kingdom has been under the thirty-five-year spell of a madman, and the only way to move forward is to revisit the past. Two thieves, who only steal what has already been stolen, change her life forever. They hold a key to the truth of Leck's reign. And one of them, with an extreme skill called a Grace that he hasn't yet identified, holds a key to her heart.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Bitterblue: Seven Kingdoms #3”, de Kristin Cashore, publicado pela editora Dial Books for Young Readers, em 2012 e com 576 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Dial Books for Young Readers
Páginas: 576
Ano: 2012
Edição:
Linguagem: inglês
ISBN: 0803734735
ISBN13: 9780803734739
Sobre a editora
Os livros da editora Dial Books for Young Readers costumam explorar narrativas que transitam entre mundos fantásticos e dramas pessoais intensos, com protagonistas jovens enfrentando desafios que misturam mistério, magia e conflitos sociais. A experiência de leitura frequentemente envolve personagens em jornadas de autodescoberta, como jovens guerreiros, curandeiros em segredo ou adolescentes lidando com questões de identidade e relacionamentos complexos. O tom varia entre o suspense e o humor, com ritmo que ora acelera em aventuras e batalhas, ora desacelera para aprofundar emoções e dilemas internos. O catálogo sugere uma atenção especial à construção de universos ricos, seja em contextos medievais, distópicos ou contemporâneos, sempre com foco no público jovem adulto.
