
Título: Black Feminism Reimagined: After Intersectionality
Autor: Jennifer C. Nash
Sinopse: In "Black Feminism Reimagined" Jennifer C. Nash reframes black feminism's engagement with intersectionality, often celebrated as its primary intellectual and political contribution to feminist theory. Charting the institutional history and contemporary uses of intersectionality in the academy, Nash outlines how women's studies has both elevated intersectionality to the discipline's primary program-building initiative and cast intersectionality as a threat to feminism's coherence. As intersectionality has become a central feminist preoccupation, Nash argues that black feminism has been marked by a single affect -- defensiveness -- manifested by efforts to police intersectionality's usages and circulations. Nash contends that only by letting go of this deeply alluring protectionist stance, the desire to make property of knowledge, can black feminists reimagine intellectual production in ways that unleash black feminist theory's visionary world-making possibilities.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Black Feminism Reimagined: After Intersectionality”, de Jennifer C. Nash, publicado pela editora Duke University Press, em 2019 e com 170 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Duke University Press
Páginas: 170
Ano: 2019
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9781478000594
Sobre a editora
Os livros da editora Duke University Press apresentam uma leitura densa e crítica, frequentemente ancorada em análises históricas, sociais e políticas. As obras exploram temas como raça, gênero, sexualidade, colonialismo e movimentos sociais, com narrativas que combinam rigor acadêmico e abordagens inovadoras. O catálogo oferece desde estudos que problematizam mitos sociais até relatos pessoais que ampliam a compreensão da experiência política e cultural. O tom varia entre o ensaístico e o narrativo, com textos que convidam a reflexões profundas sobre estruturas de poder e identidades. Essa diversidade sugere um interesse em obras que dialogam com debates contemporâneos e históricos, muitas vezes com um viés crítico e interdisciplinar.
