
Título: Black no more. Embranquecedor instantaneo TM
Autor: George S. Schulyer
Sinopse: Nova York, Réveillon de 1933. Max Disher acaba de levar um fora de uma garota que lhe disse “não dançar com negros”, quando ouve a grande notícia: um médico inventou um processo para transformar a pele negra em branca: o método Black No MoreTM. Seria essa a solução para o racismo em um país onde a Lei delimitava o (pouco) espaço dos negros? Cansado de ser maltratado devido a sua pele escura, Max agarra a oportunidade e se torna Matthew Fisher, um homem branco e, portanto, capaz de conquistar respeito, dinheiro e uma bela esposa. E para conseguir isso tudo ele vai explorar um dos ramos mais lucrativos nos Estados Unidos dos anos 1930: o racismo. Sátira incisiva e arrasadora, Black No More escancara e escarnece dos mecanismos do racismo na sociedade, em uma crítica incisiva e, infelizmente, atualíssima.
Contexto da obra
Nas Ciências Sociais, obras como esta costumam interessar pela forma como ampliam a leitura da sociedade. “Black no more. Embranquecedor instantaneo TM”, de George S. Schulyer, publicado pela editora Imã Editorial, em 2019 e com 248 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Sociais. Por isso, o livro tende a ganhar força quando lido também como ferramenta de compreensão do mundo social.
Editora: Imã Editorial
Páginas: 248
Ano: 2019
Edição:
Linguagem: pt
ISBN: 6586419352
ISBN13: 9786586419351
Sobre a editora
Os livros da editora Ímã Editorial costumam explorar tensões sociais e humanas profundas, muitas vezes a partir de narrativas que desvendam conflitos pessoais em contextos históricos ou culturais específicos. A experiência de leitura é marcada por personagens que enfrentam dilemas intensos, como opressões familiares, raciais ou políticas, em ambientes que vão do cotidiano urbano a cenários distantes e simbólicos. O tom varia entre o literário e o documental, com obras que transitam entre o romance, a crônica e o relato histórico, revelando uma preferência por histórias que provocam reflexão sobre identidade, memória e resistência. O catálogo sugere uma diversidade que vai do intimismo onírico a relatos de confrontos sociais, com ritmo que pode ser tanto fluido e envolvente quanto tenso e urgente.
