
Título: Bogeywoman
Autor: Jaimy Gordon
Sinopse: A Los Angeles Times Best Book or the Year National Book Award Winner Jaimy Gordon’s bold and daring coming of age novel combines the teenaged angst of Catcher in the Rye with the humor and tragedy of Girl, Interrupted. Ursie Koderer knows herself to be a monster--doomed to be different from other girls--very different. When she’s discovered cutting herself at camp, she goes AWOL, and lands in a Baltimore psychiatric hospital. Ursie, now known as the Bogeywoman, joins up with the other misfits on the adolescent ward. They start a bughouse rock group, steal a nitrous oxide machine. As a mental patient Ursie is a success. But then she’s implicated in the accidental burning of a friend. Locked away, the Bogeywoman meets the beautiful, mysterious Doctor Zuk, a woman psychiatrist from somewhere east of the Urals. Their affair is the main event in this gorgeous novel of love, crime, liberation, and flight to something like a new world.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Bogeywoman”, de Jaimy Gordon, publicado pela editora Vintage, em 2011 e com 304 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Vintage
Páginas: 304
Ano: 2011
Edição: Reprint
Linguagem: pt_BR
ISBN: 9780307946904
ISBN13: 9780307946904
Sobre a editora
Os livros da editora Vintage oferecem uma experiência de leitura que mescla narrativas densas e personagens complexos, muitas vezes ambientados em contextos históricos ou sociais marcantes. As sinopses sugerem um catálogo que transita entre o romance contemporâneo com temas de identidade e trauma, thrillers de investigação ambientados em ambientes de elite, e obras que exploram questões políticas e culturais profundas. O tom varia do intimista e reflexivo ao tenso e cheio de reviravoltas, com uma linguagem que pode ser tanto lírica quanto direta, dependendo do foco narrativo. Vintage parece privilegiar histórias que provocam reflexão sobre o indivíduo em seu meio social, com atenção a conflitos internos e externos, e que frequentemente apresentam uma ambientação rica em detalhes, seja em cidades modernas, sociedades históricas ou realidades políticas complexas.
