
Título: Bolha de luzes: Contos
Autor: João Inácio Padilha
Sinopse: Bolha de luzes é o segundo livro de João Inácio Padilha. O anterior, Os corpanzis, recebeu o Prêmio Maurício Rosenblatt de Romance e saiu em 1989. Agora o autor volta à cena com um conjunto de contos. Trata-se de uma literatura que cria com facilidade certas condições necessárias à empatia, à compreensão profunda do ponto de vista do outro. De cada narrador de Bolha de luzes seria possível dizer: ele tem razão. Esses narradores revelam um senso de humor duro e sem vestígios de autocomplacência afinado com a "sensibilidade carioca" do autor, e talvez por isso consigam que pequenos recortes do real se tornem verdadeiras histórias de vida.Prêmio Jabuti 1999 de Melhor Livro de Contos e Crônicas
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Bolha de luzes: Contos”, de João Inácio Padilha, publicado pela editora Companhia das Letras, em 1998 e com 144 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 144
Ano: 1998
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8571647895
ISBN13: 9788571647893
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,220
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 0,80
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
