
Título: Bom dia, manhã - poemas
Autor: Grande Othelo
Sinopse: Você sabia que Grande Othelo (1915-1993), um dos mais destacados atores brasileiros do século XX, também escrevia poemas? Pois é. Sebastião Bernardes de Souza Prata, conhecido como Grande Othelo, fez comédia, drama, crítica social em peças e filmes e estrelou grandes sucessos do cinema. Foi um dos maiores comediantes do Brasil. O trocadilho inevitável de seu nome, ao chamar de grande o pequeno homem, negro, de origem humilde, com pai morto esfaqueado e mãe alcoólatra, só destaca aquilo que só o humor pode fazer: transformar em graça o que tinha tudo para dar errado. Esses poemas existem e foram lançados como o título “Bom dia, manhã” (1993). Com esta única edição, entretanto, estes poemas se perderam pela nossa história sendo quase impossível encontrar quaisquer registros deles. Único livro de poemas publicado por nosso saudoso ator. Poesia natural, despojada, toda sentimento e confissão, ajuda muito a perceber o universo pessoal de Grande Othelo, patrimônio cultural do país. Algumas letras de músicas escritas por ele foram incluídas no livro, que tem prefácio de Antonio Olinto e nota de Jorge Amado.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Bom dia, manhã – poemas”, de Grande Othelo, publicado pela editora Topbooks, em 1993 e com 156 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Topbooks
Páginas: 156
Ano: 1993
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8586020338
ISBN13: 9788586020339
Sobre a editora
Os livros da editora TOPBOOKS convidam a uma leitura que transita entre o ensaio crítico, a poesia e a narrativa histórica, com frequente atenção às tensões entre passado e presente. O catálogo revela obras que exploram desde dilemas existenciais e conflitos afetivos até análises políticas e econômicas, sempre com um tom que varia entre o reflexivo e o denso, sem perder a clareza. Há uma presença marcante de textos que mesclam rigor acadêmico com linguagem acessível, além de narrativas que investigam a condição humana por meio de personagens complexos e situações-limite. Essa diversidade sugere uma curadoria que privilegia o diálogo entre literatura, filosofia e ciências sociais, com um ritmo que pode ser tanto meditativo quanto envolvente.
