
Título: Bom dia para nascer: Crônicas
Autor: Otto Lara Resende
Sinopse: Crônicas publicadas na Folha de S.Paulo. Seleção de Matinas Suzuki Jr."No dia primeiro de maio Otto Lara Resende comemorava seu aniversário. Curiosamente, começou a colaboração diária na segunda página da Folha de S.Paulo no dia primeiro de maio de 1991, dando à primeira crônica o título ''''Bom dia para nascer''''. Se trabalhou em quase todos os grandes jornais do país - ninguém os lia atentamente -, na Folha, em sua última tarefa, atingiu a plenitude. Na crônica de poucas linhas dizia muito e conquistou o maior público que teve: foi lido, comentado, discutido. Otto precisa ser mais conhecido, pois pouco publicou. Com milhares de leitores, disputado por editoras, recusava-se a aparecer. Seus livros, que poderiam ter atingido várias edições, ficaram em geral só na primeira, feita por insistência de amigos. Impõe-se seu relançamento, como é propósito da Companhia das Letras. Seleções e antologias são esperadas, para que o mineiro de São João del Rei deixe de ser patrimônio de seus amigos que tão sentidamente sabem a imensidão de sua falta."Da contracapa de Francisco Iglésias
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Bom dia para nascer: Crônicas”, de Otto Lara Resende, publicado pela editora Companhia das Letras, em 1993 e com 216 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 216
Ano: 1993
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 857164313X
ISBN13: 9788571643130
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,245
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,10
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
