
Título: Boneca de Pano: Colectânea de Contos Infantis
Autor: Adriano Botelho de Vasconcelos
Sinopse: Os contos têm algo de extraordinário e de sobrenatural, quando personificam animais, frutos, tubérculos e plantas. Estes contos, alguns com vestes da literatura tradicional oral, são na sua quase totalidade destinada a um público-auditório indiferenciado no respeitante a classes etárias ou sociais. São contos de tipo pragmático, visando incutir, nos seus consumidores, um estado de predisposição que os leve a encontrar respostas na actuação prática contra eventuais agressões – do meio onde estejam inseridos – de ordem moral e física. Pode-se notar nestes contos, como da praxe, a convivência entre homens e animais. Entre homens e outros seres orgânicos, acima aludidos. A transferência para estes seres: do mar, da vida, do nosso mundo e dos outros. Coisas sobre os mundos: visíveis e ocultos, o mundo do mistério.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Boneca de Pano: Colectânea de Contos Infantis”, de Adriano Botelho de Vasconcelos, publicado pela editora Edições Loyola, em 1995 e com 116 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Edições Loyola
Páginas: 116
Ano: 1995
Edição:
Linguagem: português
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Sobre a editora
Os livros da editora Edições Loyola convidam o leitor a uma imersão em temas ligados à filosofia, teologia e espiritualidade, com abordagens que transitam entre o rigor acadêmico e a linguagem acessível. O catálogo privilegia obras que exploram a reflexão ética, a experiência religiosa e o pensamento crítico, muitas vezes ancorados em tradições cristãs e no diálogo com a cultura contemporânea. A leitura desses textos costuma exigir atenção ao desenvolvimento de argumentos densos, mas é também marcada por momentos de clareza didática e por um tom contemplativo. Há obras que apresentam compêndios clássicos, como tratados teológicos, e outras que adotam um estilo quase poético para discutir a condição humana e a fé.
