
Título: Bórgia Vol. 4 - Tudo é Vaidade (Bórgia #4)
Autor: Milo Manara, Alejandro Jodorowsky
Sinopse: A saga do papa mais escandaloso da história da Igreja Católica chega ao fim no quarto livro da série Bórgia. Alexandre VI foi o papa que aprovou o Tratado de Tordesilhas, mas ficou mais famoso como símbolo da corrupção do Vaticano renascentista. Teve várias amantes e pelo menos sete filhos. Entre eles o belicoso Cesar Bórgia, que, sagrado bispo pelo pai aos 16 anos e cardeal aos 20, inspirou Maquiavel a escrever O Príncipe e teria sido amante da própria irmã, Lucrécia Borgia, de lendária beleza. Lucrécia também teria sido amante do próprio pai, Alexandre VI. Bórgia conta a história escandalosa e fascinante de uma família ambiciosa, que fazia de tudo para conquistar mais poder.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Bórgia Vol. 4 – Tudo é Vaidade (Bórgia #4)”, de Milo Manara, Alejandro Jodorowsky, publicado pela editora Conrad, em 2011 e com 60 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Conrad
Páginas: 60
Ano: 2011
Edição:
Linguagem: pt_BR
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ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Conrad costumam apresentar narrativas que transitam entre o fantástico, o histórico e o cultural, muitas vezes com um tom gráfico ou visual marcante. O catálogo traz desde histórias que exploram tragédias reais, como massacres políticos, até aventuras urbanas e mistérios ambientados em cidades imaginárias ou subterrâneas. Há uma presença significativa de quadrinhos, mangás e graphic novels, que mesclam ação, fantasia e dramas pessoais, além de obras que dialogam com a cultura pop, música e videogames. A leitura tende a variar entre o mais narrativo e o mais informativo, com textos que ora exploram a dimensão emocional dos personagens, ora apresentam reflexões filosóficas e sociais. A Conrad parece privilegiar histórias que envolvem conflitos intensos, sejam eles internos, sociais ou sobrenaturais, com um ritmo que pode ser tanto ágil quanto contemplativo, dependendo da obra.
