
Título: BPN - Estado a Mais, Supervisão a Menos
Autor: Fernandes Meira
Sinopse: Segundo os autores, convidados por Miguel Cadilhe, em 2008, para o desafio de mudança do grupo SLN/BPN, havia alternativa à nacionalização do Banco Português de Negócios, que acabou por acontecer. A equipa de João Carvalho das Neves e Manuel Meira Fernandes propôs um plano, que não foi aceite pelo Governo, e, através da Lei 62/A-2008 de 11 de Novembro de 2008, o conjunto de gestores que tinham tentado salvar o banco foi afastado, ficando a Caixa Geral de Depósitos como entidade responsável. Conheça agora, em pormenor, a versão de quem viveu esse processo por dentro. A questão fundamental no BPN é para nós, sem qualquer dúvida, um caso de polícia que deverá ser revolvido nos Tribunais, e só se tornou um problema político e com severas consequências nas finanças públicas por decisão dos governantes, quando decidiram pela nacionalização. […] O argumento do risco sistémico, que justificou a nacionalização do BPN, em contraste, por exemplo, com a não nacionalização do BPP, não é argumento. Aliás nunca o Banco de Portugal apresentou algum estudo do risco sistémico dos bancos em Portugal. […].
Contexto da obra
Na área de Administração, livros como este costumam se ligar a gestão, estratégia e aplicação prática. “BPN – Estado a Mais, Supervisão a Menos”, de Fernandes Meira, publicado pela editora Actual, em 2011 e com 144 páginas, integra a categoria Livros de Administração. Esse contexto costuma ser útil para situar a obra entre leituras mais conceituais e leituras mais voltadas à ação.
Editora: Actual
Páginas: 144
Ano: 2011
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 9896940177
ISBN13: 9789896940171
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,180
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 0,68
Sobre a editora
Os livros da editora Actual oferecem uma experiência de leitura que privilegia o conhecimento aplicado e a reflexão crítica, com foco em temas como economia, gestão, desenvolvimento pessoal e ciências sociais. As obras costumam apresentar uma linguagem acessível, mesmo quando abordam conceitos complexos, e frequentemente combinam teoria com exemplos práticos ou estudos de caso. O catálogo sugere um equilíbrio entre textos mais analíticos, como análises econômicas e jurídicas, e outros de caráter mais motivacional ou orientado para o autodesenvolvimento, com ritmo didático e tom direto. A Actual parece atender a leitores interessados em aprofundar sua compreensão sobre o funcionamento do mundo contemporâneo, desde o ambiente corporativo até desafios sociais e pessoais.
