
Título: Brás, Bexiga e Barra Funda e Laranja da China
Autor: António de Alcântara Machado
Sinopse: A Editora Landmark, através de seu selo A+M, lança BRÁS, BEXIGA E BARRA FUNDA e LARANJA DA CHINA, duas das obras-primas de um dos grandes nomes do modernismo brasileiro, António de Alcântara Machado, em uma edição capa dura, com o texto integral e prática para o estudo e as horas de lazer. BRÁS, BEXIGA E BARRA FUNDA, publicado em 1927, é uma coletânea de contos que retrata a vida cotidiana dos imigrantes italianos em São Paulo, especialmente nos bairros de Brás, Bexiga e Barra Funda. A obra apresenta uma visão realista e crítica da realidade urbana, explorando os desafios e as adversidades enfrentadas pelos imigrantes recém-chegados à cidade em busca de melhores condições de vida. Os contos abordam questões como o choque cultural, a marginalização, a exploração no trabalho e a luta pela sobrevivência. Cada conto é um retrato vívido e colorido da vida nas ruas, nos cortiços, nos cafés e nas fábricas paulistanas. Alcântara Machado utiliza uma linguagem rica em expressões típicas do dialeto italiano e em elementos do cotidiano dos imigrantes para dar autenticidade às histórias e às personagens. BRÁS, BEXIGA E BARRA FUNDA é considerado um marco na literatura brasileira por sua abordagem realista e sensível sobre a experiência do imigrante italiano e por sua importância na representação da cultura e da identidade paulistana. Os contos capturam as dores, as alegrias, as frustrações e as aspirações desses personagens, revelando a diversidade cultural e social de São Paulo no início do século XX e nos transporta para o ambiente pulsante e multifacetado da cidade de São Paulo, trazendo à tona questões universais sobre migração, identidade e o impacto das transformações urbanas na vida das pessoas. LARANJA DA CHINA, publicada em 1926, traz uma diversidade de histórias que exploram a vida urbana e os aspectos culturais do Brasil nas primeiras décadas do século XX. Os contos abrangem uma gama de temas e personagens que refletem a sociedade brasileira da época e apresentam diferentes perspectivas, desde retratos de personagens do cotidiano até figuras históricas e personalidades marcantes. Alcântara Machado utiliza uma linguagem rica e envolvente, trazendo à vida a atmosfera vibrante e multifacetada do país. A coletânea oferece uma visão ampla e sensível da vida nas cidades, explorando questões sociais, políticas e culturais que permeiam a sociedade brasileira. Os contos capturam os contrastes e as contradições da época, revelando o choque de culturas, os dilemas individuais e coletivos, e as transformações em curso no país. LARANJA DA CHINA é uma obra marcada pela perspicácia e pelo olhar aguçado de Alcântara Machado sobre a realidade brasileira. Os contos, mesmo sendo independentes, se entrelaçam e constroem uma visão panorâmica do Brasil em sua diversidade, levando o leitor a refletir sobre as complexidades e os desafios de uma nação em desenvolvimento.
Contexto da obra
Na ficção juvenil, obras como esta costumam ganhar força pela identificação e pela fluidez da leitura. “Brás, Bexiga e Barra Funda e Laranja da China”, de António de Alcântara Machado, publicado pela editora Landmark, em 2023 e com 208 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Juvenil. Esse contexto costuma ser útil para situar o livro dentro das experiências e sensibilidades do público jovem.
Editora: Landmark
Páginas: 208
Ano: 2023
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8580700779
ISBN13: 9788580700770
Sobre a editora
Os livros da editora Landmark oferecem uma experiência de leitura que mescla clássicos da literatura com obras que exploram temas profundos e multifacetados. O catálogo privilegia narrativas que transitam entre o romance histórico e a reflexão filosófica, muitas vezes apresentadas em edições bilíngues ou com estrutura que convida à imersão cuidadosa. Há uma atenção clara à construção de personagens complexos, como mulheres em contextos sociais restritivos, e à exploração de dilemas morais e existenciais. O tom varia entre o contemplativo e o provocador, com textos que podem ser tanto densos e formais quanto instigantes e fragmentados, como em microficções e ensaios. A Landmark parece dialogar com leitores que buscam tanto o prazer da ficção clássica quanto o desafio de textos que questionam a condição humana e a sociedade.
