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Brave New World

Título: Brave New World

Autor: Aldous Huxley

Sinopse: Aldous Huxley's profoundly important classic of world literature, Brave New World is a searching vision of an unequal, technologically-advanced future where humans are genetically bred, socially indoctrinated, and pharmaceutically anesthetized to passively uphold an authoritarian ruling order--all at the cost of our freedom, full humanity, and perhaps also our souls. "A genius [who] who spent his life decrying the onward march of the Machine" (The New Yorker), Huxley was a man of incomparable talents: equally an artist, a spiritual seeker, and one of history's keenest observers of human nature and civilization. Brave New World, his masterpiece, has enthralled and terrified millions of readers, and retains its urgent relevance to this day as both a warning to be heeded as we head into tomorrow and as a thought-provoking, satisfying work of literature. Written in the shadow of the rise of fascism during the 1930s, Brave New World likewise speaks to a 21st-century world dominated by mass-entertainment, technology, medicine and pharmaceuticals, the arts of persuasion, and the hidden influence of elites.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Brave New World”, de Aldous Huxley, publicado pela editora Granada, em 1982 e com 206 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Granada

Páginas: 206

Ano: 1982

Edição:

Linguagem: inglês

ISBN: 0586044345

ISBN13: 9780586044346

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Aldous Huxley é uma experiência que alterna entre o rigor intelectual e a exploração de estados alterados de consciência, com um ritmo que ora se mostra denso e reflexivo, ora se abre para o vívido e o visionário. Seus textos convidam o leitor a navegar por mundos internos e externos, onde a crítica social se mistura com a busca espiritual e a inquietação filosófica. O tom pode variar do satírico e ácido ao contemplativo e até esperançoso, sempre com personagens e ideias que desafiam a percepção comum. Há uma tensão constante entre o controle e a liberdade, o racional e o místico, que instiga perguntas sobre a natureza da sociedade, do indivíduo e do conhecimento. Esse equilíbrio entre a análise crítica e a sensibilidade poética marca os livros de Aldous Huxley e orienta o leitor por caminhos inesperados.

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