
Título: Brecht na Pós-Modernidade
Autor: Ingrid Dormien Koudela
Sinopse: Em Brecht na Pós-Modernidade, Ingrid Dormien Koudela volta-se mais uma vez para o foco principal de seus estudos teatrais e, retomando o exame desse temário, sobretudo em sua chave didática, abre um leque de questões sobre o método brechtiano, as implicações de seus procedimentos pedagógicos e a historicização de seu conteúdo.Trata-se de um conjunto de análises, em que a autora mantém a forma de ensaio para seus textos, com o intuito de deixar transparente a dialética do processo, em detrimento de uma escritura unificadora ou pretensamente onisciente. Essa abordagem também serve de esteio para uma leitura atualizadora da obra brechtiana que se desenvolve, de outro lado, pelo diálogo com artistas contemporâneos, como Pina Bausch, e pelo recorte e discussão de textos dramáticos e teóricos inéditos, com ênfase nos fragmentos Decadência do Egoísta Johan Fatzer e O Maligno Baal, o Associal, de Brecht, sendo este último publicado, na íntegra, no presente volume da coleção Debates.
Contexto da obra
Na área de Cinema e Artes Performáticas, livros como este costumam ampliar repertório e leitura crítica. “Brecht na Pós-Modernidade”, de Ingrid Dormien Koudela, publicado pela editora Perspectiva, em 2020 e com 156 páginas, integra a categoria Livros de Cinema e Artes Performáticas. Esse contexto costuma ser útil para entender melhor o alcance formativo e interpretativo do livro.
Editora: Perspectiva
Páginas: 156
Ano: 2020
Edição: 1
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8527302683
ISBN13: 9788527302685
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,138
- Altura (cm): 20,50
- Largura (cm): 11,50
- Espessura (cm): 0,80
Sobre a editora
Os livros da editora Perspectiva costumam oferecer uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico e profundidade reflexiva, com foco em temas como filosofia, história, artes e ciências sociais. O catálogo privilegia obras que exploram a cultura, a política e a religião sob perspectivas históricas e críticas, muitas vezes atravessadas por análises detalhadas e linguagem densa, mas acessível. Há um equilíbrio entre textos ensaísticos, estudos históricos e biográficos, e abordagens fenomenológicas ou semióticas, que convidam o leitor a um envolvimento intelectual prolongado. O tom, em geral, é sério e contemplativo, com ritmo que privilegia a reflexão mais do que a narrativa rápida.
