
Título: Breve história das nádegas.
Autor: Jean-Luc Hennig
Sinopse: Não é fácil falar de nádegas. Umas vezes, são disfarças, escondidas, reprimidas. Outras vezes, são postas a nu, ostensivamente exibidas, oferecidas ou até vendidas. Para a maior parte das pessoas, representam algo de secreto, são objeto de pudor. Mas, para algumas, constituem objeto de atração, de sedução. Em especial, para muitas mulheres, as nádegas tornam-se não só um objeto de culti mas também um fator poderoso das suas manobras de sedução, de erotização. E o mesmo acontece com os homossexuais. Esta obra dá-nos uma visão, breve mas suficientemente ampla, de uma grande multiplicidade de representações das nádegas, ao longo dos tempos: a sua figuração na escultura grega clássica, na pintura florentina e libertina, na medicina legal do século XIX, na publicidade do século XX. O leitor cético ou reticente encontrará aqui um manacial de informações surpreendentes. Vai aprender muito.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Breve história das nádegas.”, de Jean-Luc Hennig, publicado pela editora Terramar, em 1997 e com 183 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Terramar
Páginas: 183
Ano: 1997
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13: 9789727101504
Sobre a editora
Os livros da editora Terramar costumam explorar narrativas que transitam entre o histórico e o contemporâneo, muitas vezes com um tom que mistura humor, ironia e uma certa melancolia. O catálogo traz desde histórias infantis para primeiras leituras, com textos e ilustrações que dialogam diretamente com crianças pequenas, até romances e ensaios que abordam temas complexos como ideologias políticas do século XX e influências ocultistas. A experiência de leitura pode variar bastante, ora apresentando um ritmo mais ágil e divertido, ora uma densidade maior em análises históricas e linguísticas. A diversidade do material sugere um público que aprecia tanto a leveza das narrativas infantojuvenis quanto a profundidade de obras que investigam passado e presente com olhar crítico.
