
Título: Breve Tratado de La Ilusion
Autor: Julian Marias
Sinopse: Movido no sólo por haber experimentado intensas ilusiones a lo largo de su vida, sino por su propia vocación teórica, y, una vez puesto a la tarea, por los sorprendentes hallazgos, en primer lugar, de que la palabra "ilusión" -«tan general, de tan larga historia, de tan claro linaje latino, común a tantas lenguas»- es algo privado del hispanohablante, y en segundo, de la casi absoluta ignorancia acerca de esta emoción, JULIÁN MARÍAS aborda en este BREVE TRATADO DE LA ILUSIÓN un insólito y fascinante recorrido por este «secreto de la lengua española». A partir de aquí, y a través de sus distintos capítulos, Marías analiza con su indiscutible sabiduría las relaciones del término, y aquello que designa, con la imaginación, el tiempo, el deseo, la vocación, el amor y, por último, con la presencia y la ausencia del propio objeto de la ilusión. Acabamento: Paperback. Peso: 170g.
Contexto da obra
Dentro do catálogo, este livro pode ser situado a partir do tema, da autoria e da proposta editorial. “Breve Tratado de La Ilusion”, de Julian Marias, publicado pela editora Alianza Editorial, em 2001 e com 152 páginas, integra a categoria Filosofia. Esse enquadramento pode tornar mais clara a proposta do livro e o tipo de interesse que ele costuma despertar.
Editora: Alianza Editorial
Páginas: 152
Ano: 2001
Edição: 1ª EDIÇÃO
ISBN:
ISBN13: 9788420637266
Sobre a editora
Os livros da editora Alianza Editorial oferecem uma experiência de leitura marcada pela densidade literária e pelo diálogo entre tradição e inovação. O catálogo privilegia narrativas que exploram conflitos humanos profundos, como dilemas morais, identitários e existenciais, muitas vezes ambientados em contextos históricos ou culturais específicos, como o Japão do século XX ou a Europa moderna. Há uma atenção especial a obras que combinam rigor intelectual com um tom reflexivo e, por vezes, crítico, seja na forma de ensaios que desconstroem preconceitos, seja em romances que mesclam realismo e elementos fantásticos. O ritmo das obras varia entre o mais contemplativo e o mais tenso, com personagens complexos que enfrentam desafios internos e externos em narrativas que estimulam a reflexão.
