
Título: Breve tratado para atacar a realidade
Autor: Santiago López Petit
Sinopse: Breve tratado para atacar a realidade, de Santiago López Petit, é um livro que, como uma navalha, recorta e ataca seu objeto: o real. Não qualquer real, mas, especificamente, nossa realidade capitalista. Consumindo tudo, sem deixar nada de fora, a realidade do capital torna-se absoluta e se desenvolve pelas demandas de seu interior, demonstrando-se em seu bolor e desvelando seu funcionamento. A globalização neoliberal é fundamento e força motriz da própria realidade. Avançadas tecnologias e definições ainda capturadas pela luz do real rompem o discurso e demonstram a democracia enquanto articulação do estado de guerra e do fascismo dito “pós-moderno”. Em seu desdobramento, em seu afastamento da tautologia, portanto, a realidade nos mostra suas fraquezas e seus membros carcomidos. Breve tratado para atacar a realidade é um pacto com a noite – a política noturna na qual a realidade é indigesta. Uma política que perfura a realidade capitalista, trespassando-a, com o mistério de algo escuro, macerado, onde a luz não alcança, abrindo a possibilidade de uma nova política, uma política da noite.
Contexto da obra
Nas Ciências Sociais, obras como esta costumam interessar pela forma como ampliam a leitura da sociedade. “Breve tratado para atacar a realidade”, de Santiago López Petit, publicado pela editora sobinfluencia edições, em 2023 e com 160 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Sociais. Por isso, o livro tende a ganhar força quando lido também como ferramenta de compreensão do mundo social.
Editora: sobinfluencia edições
Páginas: 160
Ano: 2023
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6584744248
ISBN13: 9786584744240
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,300
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 13,00
- Espessura (cm): 1,50
Sobre a editora
Os livros da editora Sobinfluencia Edições costumam propor leituras densas e reflexivas, que transitam entre filosofia, política e cultura crítica. O catálogo privilegia obras que dialogam com temas como autonomia, poder, biopolítica e movimentos sociais, muitas vezes a partir de perspectivas teóricas e históricas complexas. A experiência de leitura tende a ser marcada por um ritmo que exige atenção e disposição para debates conceituais, com textos que mesclam ensaio, entrevistas e traduções inéditas. A linguagem, ainda que acadêmica em alguns momentos, mantém um tom que convida à reflexão sobre as tensões contemporâneas, seja na esfera do digital, da música, da política ou da subjetividade. Em certos casos, o material sugere uma abordagem crítica da modernidade e do neoliberalismo, com foco em novas configurações de poder e resistência.
