
Título: Bridget Jones: Mad About the Boy
Autor: Helen Fielding
Sinopse: Move over, Bridget Jones’s diary: She’s back, and this time she’s texting and tweeting. . .
Fourteen years after landing Mark Darcy, Bridget’s life has taken her places she never expected. But despite the new challenges of single parenting, online dating, wildly morphing dress sizes, and bafflingly complex remote controls, she is the same irrepressible and endearing soul we all remember—though her talent for embarrassing herself in hilarious ways has become dangerously amplified now that she has 752 Twitter followers. As Bridget navigates head lice epidemics, school-picnic humiliations, and cross-generational sex, she learns that life isn’t over when you start needing reading glasses—and why one should never, ever text while drunk.
Studded with witty observations about the perils and absurdities of our times, Mad About the Boy is both outrageously comic and genuinely moving. As we watch her dealing with heartbreaking loss and rediscovering love and joy, Bridget invites us to fall for her all over again.
Contexto da obra
Como livro em inglês, esta obra costuma ganhar também uma camada própria de interesse editorial e linguístico. “Bridget Jones: Mad About the Boy”, de Helen Fielding, publicado pela editora Vintage, em 2014 e com 478 páginas, integra a categoria Livros em Inglês. Por isso, o interesse da obra tende a se ampliar quando o leitor considera também a relação com a língua em que ela circula.
Editora: Vintage
Páginas: 478
Ano: 2014-06-03
Edição: Reprint
Linguagem: en
ISBN: 0345806344
ISBN13: 9780345806345
Sobre a editora
Os livros da editora Vintage oferecem uma experiência de leitura que mescla narrativas densas e personagens complexos, muitas vezes ambientados em contextos históricos ou sociais marcantes. As sinopses sugerem um catálogo que transita entre o romance contemporâneo com temas de identidade e trauma, thrillers de investigação ambientados em ambientes de elite, e obras que exploram questões políticas e culturais profundas. O tom varia do intimista e reflexivo ao tenso e cheio de reviravoltas, com uma linguagem que pode ser tanto lírica quanto direta, dependendo do foco narrativo. Vintage parece privilegiar histórias que provocam reflexão sobre o indivíduo em seu meio social, com atenção a conflitos internos e externos, e que frequentemente apresentam uma ambientação rica em detalhes, seja em cidades modernas, sociedades históricas ou realidades políticas complexas.
