
Título: Briga de Foice
Autor: Jacqueline Aisenman
Sinopse: Acabo de ler o novo livro de minicontos (ou minicrônicas?) de Jacqueline Aisenman, que está indo para o prelo e, como eu previa, é mais uma obra prima da autora. Os minicontos com as máximas nos pés das páginas fazem de Briga de Foice, um livro original, diferente, atrativo. Eu já dizia, quando me encontrei com a escritora a primeira vez, que seu livro de textos curtos era uma coisa nova, que devia tentar uma editora maior, de distribuição nacional. Pois olha o que resultou de Lata de Conserva: escolhido o melhor livro de contos de 2011. Eu tinha razão. O novo livro de jacqueline segue no mesmo caminho, mostra uma literatura ainda mais apurada, mais aguçada e sei que fará tanto ou mais sucesso que o anterior. Ele é dinâmico, não conta histórias comuns nem de maneira comum. Ele é singular e o novo sempre desperta a curiosidade, sempre chama a atenção. É uma obra para fazer sucesso. Luiz Carlos Amorim
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Briga de Foice”, de Jacqueline Aisenman, publicado pela editora Design, em 2012 e com 224 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Design
Páginas: 224
Ano: 2012
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8580810159
ISBN13: 9788580810158
Sobre a editora
Os livros da editora Design apresentam uma variedade que transita entre o rigor analítico e o experimental, com obras que exploram o teatro como prática cultural complexa e outras que se dedicam à poesia em suas formas mais diversas. A leitura pode variar entre narrativas que investigam a cidade em múltiplas perspectivas e trabalhos que propõem reflexões históricas e filosóficas densas, com linguagem que ora é acessível, ora mais técnica. O catálogo sugere um equilíbrio entre textos que convidam à contemplação e outros que demandam atenção crítica, com temas que vão do cotidiano urbano até questões religiosas e sociais. Essa diversidade cria um ritmo de leitura que pode ser tanto meditativo quanto instigante, dependendo do foco escolhido.
