
Título: Broadchurch: Thirteen Hours
Autor: Erin Kelly
Sinopse: An official and original short story to be read after watching the final episode of Broadchurch: Series Two. Containing completely new material not available anywhere else, this is a must-read for all fans of the show. The final instalment in a collection of eight short stories to run alongside the second series of ITV's BAFTA award-winning show, Broadchurch. This story will be released at midnight following the broadcast of episode eight. The stories, written by bestselling author Erin Kelly in close collaboration with Broadchurch creator Chris Chibnall, will consist of 100% original plotlines that are tied closely to that evening's episode. The stories will offer an unrivalled opportunity to spend more time with the characters, allowing you to delve deeper into their lives, histories and secrets in order to find out what really makes them tick. This first-time creative collaboration between author and series creator will enhance your enjoyment of the TV series in a completely ground-breaking style. You won't be able to wait for the next episode and story!
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Broadchurch: Thirteen Hours”, de Erin Kelly, publicado pela editora Sphere, em 2015 e com 20 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Sphere
Páginas: 20
Ano: 2015
Edição:
Linguagem: inglês
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Sphere costumam conduzir o leitor por tramas onde o suspense e o drama se entrelaçam com personagens complexos e cenários variados, que vão desde a Inglaterra medieval até paisagens contemporâneas urbanas e rurais. A experiência de leitura frequentemente envolve reviravoltas, mistérios não resolvidos e conflitos pessoais intensos, com ritmo que alterna momentos de tensão crescente e pausas para aprofundamento emocional. O catálogo sugere uma predileção por narrativas que exploram relações humanas sob pressão, seja em investigações criminais, dramas históricos ou romances marcados por desafios pessoais. A linguagem tende a ser acessível, com um tom que pode variar do sombrio ao mais leve, dependendo da obra.
