
Título: Browse: The World in Bookshops
Autor: $undefined
Sinopse: A celebration of the greatest kind of shop in the world, by an award-winning cast of writers including Ali Smith, Michael Dirda, Elif Shafak and Daniel Kehlmann. A cabinet of curiosities, a time machine, a treasure trove - we love bookshops because they possess a unique kind of magic. In Browse, Henry Hitchings asks fifteen writers from around the world to reveal their favourite bookshops, each conjuring a specific time and place. These inquisitive, enchanting pieces are a collective celebration of bookshops - for anyone who has ever fallen under their spell. Contributors include Alaa Al Aswany, Stefano Benni, Michael Dirda, Daniel Kehlmann, Andrey Kurkov, Yiyun Li, Pankaj Mishra, Dorthe Nors, Yvonne Adhiambo Owuor, Elif Shafak, Ian Sansom, Iain Sinclair, Ali Smith, Saša Stanišic, and Juan Gabriel Vásquez. A dazzling collection of original essays about the bookshop by fifteen bestselling international authors.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Browse: The World in Bookshops”, de $undefined, publicado pela editora Pushkin Press, em 2017 e com 253 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Pushkin Press
Páginas: 253
Ano: 2017
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN: 1782272127
ISBN13: 9781782272120
Sobre a editora
Os livros da editora Pushkin Press costumam oferecer uma experiência de leitura marcada por narrativas densas e reflexivas, muitas vezes ambientadas em contextos históricos ou sociais específicos, como a Europa do século XX ou pequenas comunidades isoladas. O catálogo privilegia histórias que exploram conflitos internos profundos, dilemas morais e o impacto do passado na vida dos personagens, com um tom que varia entre o irônico e o sombrio. Há obras que transitam entre o drama psicológico e o suspense, além de textos que revelam uma prosa precisa e econômica, valorizando a construção cuidadosa do ambiente e da atmosfera. A diversidade no ritmo é perceptível: algumas obras são mais contemplativas e introspectivas, enquanto outras apresentam tensão crescente e envolvimento emocional intenso.
