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Bruxaria - Dogmas da Alta e Baixa Magia

Título: Bruxaria - Dogmas da Alta e Baixa Magia

Autor: Éliphas Lévi

Sinopse: No fim do século XIX, os estudos dos mistérios da natureza chamaram grandemente a atenção, e diversos grupos se dedicaram a eles apaixonadamente. Antes de mais nada dois precursores tinham aberto o caminho: Fabre dÒlivet no inicio do século e, na metade do mesmo, Eliphas Levi. Alphonse-Louis Constant, verdadeiro nome de Eliphas Levi, entrou para a Ordem dos Franciscanos, onde, dispondo do imenso material da biblioteca do convento, adquiriu um enorme cabedal de conhecimento sobre ciências ocultas. Abandonado a ordem Fransciscana , em que se tornara Abade, dedicou o resto da sua vida à feitiçaria, tendo praticado inúmeras e fascinantes experiências. Eliphas Levi, após travar um profundo conhecimento das “Ciências malditas”, escreveu quatro livros: Dogmas e Ritual da Alfa Magia História da Magia, A chave dos Grandes Mistérios e Filosofia Oculta. Eliphas Levi, que nascera em Paris a 8 de fevereiro de 1810, morreu na mesma cidade a 31 de Maio de 1875.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Bruxaria – Dogmas da Alta e Baixa Magia”, de Éliphas Lévi, publicado pela editora Ciências Ocultas, em 1989 e com 96 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Ciências Ocultas

Páginas: 96

Ano: 1989

Edição:

Linguagem: pt_BR

ISBN: 8585186089

ISBN13:

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Éliphas Lévi conduz o leitor a um universo denso e complexo, onde o esoterismo se apresenta com rigor e detalhamento. A prosa é clara e atraente, mas nunca simplista, exigindo atenção para acompanhar as explicações sobre magia, cabala e mistérios ocultos. A tensão da obra reside na ambiguidade moral da magia, que pode ser branca, cinzenta ou negra, o que provoca uma reflexão sobre as responsabilidades do praticante. O ritmo varia entre exposições filosóficas e relatos históricos, alternando entre o contemplativo e o didático, com momentos de densidade intelectual que desafiam o leitor a pensar para além do óbvio. Essa experiência convida a uma imersão cuidadosa, onde o leitor é estimulado a questionar as fronteiras entre ciência, fé e mistério, característica recorrente nos livros de Éliphas Lévi.

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