
Título: Bruxas – A força invencível das mulheres
Autor: Mona Chollet
Sinopse: Ao aniquilar por vezes famílias inteiras, fazendo reinar o terror, reprimindo sem dó alguns comportamentos e algumas práticas que passaram a ser considerados intoleráveis, as caças às bruxas contribuíram para formar o nosso mundo. Se não tivessem acontecido, viveríamos provavelmente em sociedades muito diferentes. Elas nos falam muito sobre as escolhas que foram feitas, os caminhos que foram privilegiados e os que foram condenados. No entanto, nós nos recusamos a olhar de frente para elas. Mesmo quando aceitamos a realidade deste acontecimento histórico, achamos um jeito de mantê-lo à distância. Assim, com frequência cometemos o erro de situá-lo na Idade Média, descrita como uma época remota e obscurantista, com a qual não teríamos mais nada a ver [...]. A bem da verdade, é exatamente porque as caças às bruxas nos falam do nosso mundo que temos excelentes razões para não encará-las de frente. Arriscar-se a isso é confrontar-se com a faceta mais desoladora da humanidade.
Contexto da obra
Nas Ciências Sociais, obras como esta costumam interessar pela forma como ampliam a leitura da sociedade. “Bruxas – A força invencível das mulheres”, de Mona Chollet, publicado pela editora Editora Âyiné, em 2022 e com 296 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Sociais. Por isso, o livro tende a ganhar força quando lido também como ferramenta de compreensão do mundo social.
Editora: Editora Âyiné
Páginas: 296
Ano: 2022
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6559980510
ISBN13: 9786559980512
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,400
- Altura (cm): 20,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 2,00
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Âyiné convidam a uma imersão em temas densos e variados, com narrativas que transitam entre o ensaio, a crônica e a reflexão filosófica. A experiência de leitura é marcada por textos que exploram histórias pessoais e coletivas, frequentemente em contextos históricos e culturais complexos, como a Ásia Central pós-soviética ou a memória da guerra e da migração. O tom costuma ser sóbrio, com linguagem precisa e ritmo que privilegia a contemplação e o aprofundamento, sem pressa, mesmo quando o tema é intenso ou político. O catálogo sugere um interesse por abordagens que combinam rigor intelectual com uma sensibilidade literária, incluindo relatos autobiográficos, análises culturais e reflexões poéticas. Em alguns casos, há um diálogo entre passado e presente, entre memória e identidade, que se manifesta em textos que mesclam narrativa e ensaio.
