
Título: Bruxas: As habitantes do ar
Autor: Nelson Liano Jr.
Sinopse: O poder mais incrível atribuído as bruxas era o de voar. Talvez porque esse seja um desejo constante do ser humano. Mas um desejo não realizao pode virar frustração, e dessa maneira se uma mulher pode voar pelo céu, e o pobre que não tem coraem de fazê-lo não pode, é porque essa mulher certamente tem algum tipo de pacto com entidades desconhecidas e evidentemente proibidas. O céu se tornou um espaço proibido. Para se transitar livremente por ele ou se é um Deus ou então um demônio. A religião limitou o homem a um ser criado, e se esqueceu do seu lado de criador. Esse limite da mentalidade acabou por criar um empecilho para que as pessoas avançassem no seu destino de habitante desse planeta, e por isso mesmo capacitadas de invocar os seus elementos... Foram muitos os que viram essas bruxas-mulheres rasgando o céu, peregrinando por sobre a terra, trazendo com suas sombras passageiras malefícios e benefícios. O símbolo que ficou como instrumento desses vôos foi a vassoura.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Bruxas: As habitantes do ar”, de Nelson Liano Jr., publicado pela editora Eco, em 2011 e com 111 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Eco
Páginas: 111
Ano: 2011
Edição:
Linguagem: português
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Sobre a editora
Os livros da editora Eco costumam explorar temas ligados à linguagem, cultura e espiritualidade, oferecendo ao leitor uma experiência que varia entre o ensaístico e o prático. O catálogo apresenta obras que transitam entre reflexões filosóficas sobre a cognição e a semiótica, até manuais e compilações sobre práticas espirituais e medicinais, muitas vezes com um tom didático e detalhado. A leitura pode ser tanto contemplativa, com textos que dialogam com a tradição literária e o pensamento crítico, quanto aplicada, com guias sobre ervas medicinais, orações e rituais. Essa diversidade sugere um equilíbrio entre obras mais densas, que exigem atenção e reflexão, e outras de consulta rápida e direta, com linguagem acessível e foco em usos cotidianos.
