
Título: Buddha, Vol. 2: The Four Encounters
Autor: Osamu Tezuka
Sinopse: Osamu Tezuka’s vaunted storytelling genius, consummate skill at visual expression, and warm humanity blossom fully in his eight-volume epic of Siddhartha’s life and times. Tezuka evidences his profound grasp of the subject by contextualizing the Buddha’s ideas; the emphasis is on movement, action, emotion, and conflict as the prince Siddhartha runs away from home, travels across India, and questions Hindu practices such as ascetic self-mutilation and caste oppression. Rather than recommend resignation and impassivity, Tezuka’s Buddha predicates enlightenment upon recognizing the interconnectedness of life, having compassion for the suffering, and ordering one’s life sensibly. Philosophical segments are threaded into interpersonal situations with ground-breaking visual dynamism by an artist who makes sure never to lose his readers’ attention. Tezuka himself was a humanist rather than a Buddhist, and his magnum opus is not an attempt at propaganda. Hermann Hesse’s novel or Bertolucci’s film is comparable in this regard; in fact, Tezuka’s approach is slightly irreverent in that it incorporates something that Western commentators often eschew, namely, humor.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Buddha, Vol. 2: The Four Encounters”, de Osamu Tezuka, publicado pela editora Vertical, em 2006 e com 411 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Vertical
Páginas: 411
Ano: 2006
Edição:
Linguagem: inglês
ISBN: 1932234578
ISBN13: 9781932234572
Sobre a editora
Os livros da editora Vertical costumam apresentar narrativas densas e multifacetadas, que transitam entre mundos fantásticos e realidades duras, com personagens que enfrentam conflitos profundos e dilemas éticos. O catálogo traz histórias que exploram desde viagens dimensionais e intrigas políticas até dramas psicológicos e críticas sociais, muitas vezes com um ritmo que alterna entre a ação intensa e momentos de reflexão. A linguagem varia entre o detalhado e o simbólico, com um tom que pode ser tanto sombrio quanto levemente irônico, dependendo da obra. Essa diversidade sugere um público leitor aberto a histórias que desafiam convenções, com interesse tanto em fantasia elaborada quanto em narrativas realistas e históricas.
