
Título: Burocracia e Sociedade no Brasil Colonial
Autor: Stuart B. Schwartz
Sinopse: Não só o melhor de Stuart Schwartz está em Burocracia e sociedade - o texto claro, colorido e elegante; a capacidade de síntese; a habilidade em lidar com o material empírico de dezenas de arquivos espalhados por Europa e Brasil -, como também muitos dos caminhos que a historiografia luso-brasileira só passaria a trilhar a partir do final do século XX. Quando o estudo da justiça ainda não entrara na moda, Schwartz mostrou que “a organização judicial se tornara o plano estrutural do Império”, propiciando que a Coroa estendesse seu braço comprido sobre as conquistas ultramarinas e se valesse, para tal, da magistratura régia, que estava no ápice da estrutura administrativa da colônia. Inovador, Schwartz evitou a abordagem mais institucional sobre o Tribunal da Relação da Bahia, seu objeto primordial de estudo, instalado em Salvador em 1609, e centrou a análise no processo que levou ao surgimento de elites peculiares, tecidas do casamento entre riqueza e poder, controle econômico e burocrático, mapeando a eclosão de tensões, alianças, recuos e perplexidades. O resultado é um panorama único da formação e das práticas das classes dominantes no Brasil colonial.
Contexto da obra
Na História, livros como este costumam ser lidos como forma de ampliar contexto, memória e compreensão de processos. “Burocracia e Sociedade no Brasil Colonial”, de Stuart B. Schwartz, publicado pela editora Companhia das Letras, em 2011 e com 424 páginas, integra a categoria Livros de História. Esse contexto ajuda a tornar mais clara a proposta histórica da obra e o tipo de leitura que ela convida a fazer.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 424
Ano: 2011
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8535919082
ISBN13: 9788535919080
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,659
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 2,50
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
